Associados
Associação Atlântica de Apoio ao Doente Machado-Joseph
Associação Coração Amarelo
Associação de Apoio aos Traumatizados Crânio-Encefálicos e suas Famílias - Novamente
Associação de Doentes com Lúpus
Associação de Mulheres Contra a Violência
Associação de Pais e Amigos de Portadores do Sindroma de Rubinstein-Taybi (APART)
Associação de Retinopatia de Portugal
Associação dos Consumidores da Região Açores
Associação Grupo de Apoio SOS Hepatites
Associação Nacional Contra a Fibromialgia e Síndroma da Fadiga Crónica - Myos
Associação Nacional das Crianças e Jovens Transplantados ou com Doenças Hepáticas - Hepaturix
Associação Nacional das Farmácias
Associação Nacional de Enfermeiros Promotores do Envelhecimento Saudável - ANEPES
Associação Nacional dos Doentes com Artrites e Reumatismos na Infância - ANDAI
Associação para a Promoção da Segurança Infantil - APSI
Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino, Colite Ulcerosa e Doença de Crohn - APDI
Associação Portuguesa da Psoríase
Associação Portuguesa das Doenças do Lisosoma
Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama - APAMCM
Associação Portuguesa de Asmáticos
Associação Portuguesa de Doentes da Próstata
Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson – APDPk
Associação Portuguesa de Familiares e Amigos de Doentes de Alzheimer
Associação Portuguesa de Fertilidade
Associação Portuguesa de Hipercolesterolemia Familiar
Associação Portuguesa de Sindrome de Asperger
Associação Portuguesa de Solidariedade Mãos Unidas Padre Damião
Associação Portuguesa dos Enfermeiros de Reabilitação
Fundação do Gil
Fundação Portuguesa de Cardiologia
Fundação Portuguesa do Pulmão
Fundação Professor Fernando de Pádua
Fundação Realizar um Desejo
Instituto de Apoio à Criança
Instituto Nacional de Cardiologia Preventiva
Laço - Laço Associação de Solidariedade Social
Liga Portuguesa Contra a SIDA
Liga Portuguesa Contra as Doenças Reumáticas
Liga Portuguesa Contra o Cancro
RESPIRA – Associação Portuguesa de Pessoas com DPOC e outras Doenças Respiratórias Crónicas
Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla - SPEM
União Geral de Consumidores

Associação Portuguesa de Ostomizados (APO)

A Associação Portuguesa de Ostomizados (APO),foi criada em 6 de Julho de 1979 conforme Escritura e Estatutos transcritos no Diário da República nº 204-III Série de 4 de Setembro de 1979.

É uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), reconhecida como Pessoa Colectiva de Utilidade Pública, conforme publicação no Diário da República - III Série - Nº 228 de 01/10/1988.
 
Tem como objetivos:
AGRUPAR
Agrupar com fim de assistência mútua, as pessoas que tenham sido submetidas a cirurgia de ileostomia, colostomia e urostomia.
 
DESENVOLVER
Desenvolver métodos para os cuidados e controlo dos problemas das ostomias e fomentar o aperfeiçoamento dos dispositivos e outro equipamento de ostomia.
 
PROMOVER
Promover a informação com vista a uma adequada reabilitação das pessoas que tenham sido submetidas a cirurgia da qual resultou uma ostomia.
 
DIVULGAR
Divulgar o conhecimento das doenças gastro-intestinais, suas causas, prevenção, tratamento e cura.
 
COLABORAR
Colaborar com as classes médica e paramédica e instituições adequadas na reabilitação social dos ostomizados.
 
PRESTAR ASSISTÊNCIA
Prestar assistência e apoio aos ostomizados, designadamente promovendo visitas a novos ostomizados, prestando-lhes assistência moral e a suas famílias.
 
OBTER
Obter junto de autoridades e particulares, benefícios sociais a favor dos ostomizados.
 
PROMOVER
Promover a formação de grupos locais de ostomia de forma a que o seu auxílio esteja ao alcance de todos os ostomizados.
 
ENCORAJAR
Encorajar e manter troca de ideias e métodos para promover a reabilitação dos ostomizados.
 
INFORMAR
Informar todo o público através de exposições, conferências e reuniões de ostomia, contribuindo assim, para eliminar preconceitos e discriminações.
 
CONTATOS
Endereço Sede:
Av. João Paulo II, Lote 552 - 2ºB - 1950-154 Lisboa
Serviços Administrativos: Travessa de Beirolas, 22-A – 1800-030 Lisboa
 
Contactos Telefónicos
Telf.: 21 859 60 54 - 218 310 587
Fax: 218 394 295

Conferência: “As associações de doentes como promotoras de direitos nas políticas de saúde” - 18 Janeiro 2016

A Plataforma Saúde em Diálogo realiza, no próximo dia 18 de janeiro em Lisboa, na sede da ANF,uma conferência que tem como objetivo debater o papel das associações de doentes nas políticas de saúde. 

Jorge Soares, diretor da Gulbenkian e responsável técnico pelo relatório “Um futuro para a saúde” assume o papel de keynote speaker para falar sobre a intervenção associativa dos doentes no futuro da saúde e na sociedade, bem como o seu papel como agentes do setor da saúde. 

A conferência será aberta a todos aqueles que nela quiserem participar, bastando enviar por email ou fax o seguinte Boletim de Inscrição.

  •  Dia 18 de Janeiro, 14:30
  • Sede da ANF – Associação Nacional das Farmácias, Rua Marechal Saldanha, 1, Lisboa

Conferência A Saúde e o Direito (a economia social e as associações de doentes), Auditório do Museu Municipal de Faro, 4 de Dezembro

A Plataforma Saúde em Diálogo e o Centro de Direito Biomédico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra realizaram em Faro a última de um ciclo de 4 de conferências sobre o tema comum "O Direito e a Saúde", evento que ocorreu em 4 de Dezembro.
Ferreira Ramos apresentou o regime jurídico das IPSS e Misericórdias, relevando os aspetos inovadores da legislação e as respetivas implicações para esta importante fração da economia social. André Dias Pereira fez uma intervenção sobre o papel das associações de doentes e a advocacia como causa de interesse público, chamando à atenção para os processos de que as associações se podem socorrer para serem auscultadas e melhorarem a sua capacidade de influência na representação. Alda Martins descreveu a experiência do Espaço Saúde Diálogo em Faro, as atividades desenvolvidas nos últimos 16 anos, as parcerias constituídas e os serviços prestados pelo Espaço aos doentes ao nível do atendimento, aconselhamento psicológico e informações aos doentes. Paula Paiva expôs a experiência da autarquia de Faro no tocante à proibição da descriminação em razão da idade, pobreza ou incapacidade. João Vaz Rodrigues enumerou os direitos dos doentes comentando a recente legislação que concede direitos aos doentes em espaços do SNS.
Travou-se um diálogo frutuoso com a assistência no que toca ao incremento associativo, à formação de parcerias de doentes com diferentes parceiros que atuam na área da saúde. A representação associativa de doentes tem tudo a ganhar em constituir-se como uma causa de interesse público não só na afirmação do doente como a questão central da política de saúde como na sua audição quanto às medidas de política em saúde que mais diretamente os afetam. Torna-se indispensável melhorar o quadro dos direitos dos doentes em todos os seus aspetos, codificando-os num só diploma, estabelecendo formas de acompanhamento e controlo, não descurando o ensinamento das responsabilidades que cabem aos doentes, quer em literacia, quer na disciplina dos tratamentos e no uso dos próprios medicamentos, por exemplo.
Por unanimidade, foi decidido que o teor desta conferência deverá vir a ser repetido em Faro, no início da Primavera de 2016, convindo estabelecer uma negociação com um parceiro apropriado, a Escola Superior de Saúde.

Dia da Solidariedade com o Doente, 5 de Dezembro:O acesso de todos à saúde é um direito humano

Por iniciativa do IAPO – International Alliance Patient Organization, de que a Plataforma Saúde em Diálogo é membro, somos convidados a proclamar o acesso de todos à saúde como um direito humano. No âmbito destas comemorações, o IAPO pede o nosso apoio para despertar a consciência de todos sobre os direitos dos doentes e debater como podemos melhorar os serviços de saúde e os diferentes serviços que deverão estar centrados no doente.
O IAPO recorda que a organização mundial da saúde já declarou que compete a todos os estados-membros garantir aos seus cidadãos serviços de saúde com qualidade e de respeitar, proteger e fazer cumprir os direitos dos doentes. Neste Dia de Solidariedade com o Doente, o IAPO convida-nos a debater os sete princípios da cobertura universal em saúde, a saber: garantia da acessibilidade aos cuidados e serviços de saúde; a existência do princípio que a prestação de serviço está centrada no doente e dá garantias de equidade; a existência, sempre que possível, da liberdade de escolha e da capacitação do doente; todos os serviços e prestações se devem pautar pelo um elevado nível de qualidade; as entidades envolvidas darão sempre aos doentes e às suas associações a garantia de parcerias e de uma efetiva cooperação; as políticas de saúde deverão estar orientadas para a sustentabilidade e para o valor dos cuidados de saúde; em todas as circunstâncias, os decisores da saúde, os profissionais deverão pautar-se pelo esclarecimento das medidas tomadas, usando a maior transparência.
O IAPO convida-nos: a tralharmos unidos para assegurar que os sistemas de saúde estejam prioritariamente dedicados a satisfazer as necessidades dos doentes; a saúde é um princípio universal, ninguém pode ficar de fora; todas as pessoas, independentemente da sua doença ou condição, idade, género, etnia, estado socioeconómico, devem ter um acesso à saúde o mais justo possível; os doentes devem estar ativamente envolvidos na tomada de decisões a todos os níveis dos cuidados de saúde, a colaboração dos doentes e das suas associações deverá ser sempre desejável e prioritária; os sistemas de saúde deverão pautar-se pela responsabilidade, é este o princípio para garantir cuidados de saúde seguros e eficazes.
Consultando o manual que a IAPO elaborou para as organizações de doentes e para as comemorações de 2015 (versões em inglês e espanhol):

https://www.iapo.org.uk/sites/default/files/files/PSD2015_handbook.pdf

Todas as organizações interessadas têm ao seu dispor dicas para formas de celebração, incluindo o uso das redes sociais, a produção de materiais para órgãos de comunicação social, e o manual anexa importantes materiais para a celebração do Dia de Solidariedade com o Doente.

   

IV Conferência: A ECONOMIA SOCIAL E AS ASSOCIAÇÕES DE DOENTES | Faro, 4 de Dezembro

A Plataforma Saúde em Diálogo em parceria com o Centro de Direito Biomédico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra irá promover uma conferência sobre "A ECONOMIA SOCIAL E AS ASSOCIAÇÕES DE DOENTES".
 
Esperamos contar convosco, nesta edição em Faro com início previsto para as 9:30 horas que irá realizar-se já no próximo dia 4 de Dezembro, no Auditório do Museu Municipal de Faro.

Boletim de Inscrição

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Portaria n.º 408/2015, de 25 de novembro

Diário da República, 1ª série – N.º 231 – 25 de novembro de 2015
Ministério das Finanças e da Saúde
Taxa moderadora a cobrar no âmbito dos cuidados de saúde primários. O legislador dispõe que "Atendendo que o objetivo do atendimento permanente ou horário alargado nos centros de saúde é o de assegurar o acesso a uma consulta de cuidados de saúde primários para quem dela necessite e o encaminhamento para um serviço de urgência, quando tal se justifica, considera-se necessário dar continuidade ao processo de reforma dos cuidados de saúde primários, com vista a reforçar o acesso dos utentes á prestação dos cuidados de saúde. Assim altera-se a portaria n.º 306-A/2011, de 20 de Dezembro, com o seguinte novo teor: "O montante da taxa moderadora a cobrar no âmbito dos cuidados de saúde primários não difere consoante o horário em que esses cuidados são prestados. E assim é revogada a taxa moderadora de vida pelo atendimento de urgência em Serviço de Atendimento Permanente ou Prolongado.  
 

Despacho nº 7468/2015

Diário da República, 2ª série – N.º 130 – 7 de Julho de 2015
Ministério da Saúde
Gabinete do Secretário de Estado da Saúde
O despacho n.º 11728/2004, de 17 de Maio, publicado no Diário da República, 2ª série, n.º 139, de 15 de Junho de 2004, definiu as condições de dispensa e utilização de medicamentos para o tratamento da esclerose múltipla. Face à solicitação de comparticipação de novas apresentações de medicamentos destinados ao mesmo fim terapêutico, torna-se necessário atualizar o despacho em apreço. ver pdf

Portaria n.º 224/2015

Ministério da Saúde
Diário da República, 1ª série – N.º 144 – 27 de Julho de 2015
Adotam-se os procedimentos para a prescrição, dispensa e faturação dos medicamentos numa ótica de desmaterialização (vulgo prescrição eletrónica), para progressivamente se irem eliminando os suportes de papel da receita. Definem-se a regras de prescrição, sua validação, a autenticação eletrónica do prescritor, a prescrição excecional por via manual e definem-se as obrigações de informação a prestar aos utentes, assegurando-lhe opções de diferente índole. Em síntese: o guia de tratamento é um documento pessoal e intransmissível; o prescritor deve informar o utente que o guia de tratamento lhe é destinado, pelo que não deve ser deixado na farmácia; o guia de tratamento contém informações sobre os preços dos medicamentos; são estabelecidos os critérios para a opção do utente.  ver pdf