Associados
Associação Atlântica de Apoio ao Doente Machado-Joseph
Associação Coração Amarelo
Associação de Apoio aos Traumatizados Crânio-Encefálicos e suas Famílias - Novamente
Associação de Doentes com Lúpus
Associação de Mulheres Contra a Violência
Associação de Pais e Amigos de Portadores do Sindroma de Rubinstein-Taybi (APART)
Associação de Retinopatia de Portugal
Associação dos Consumidores da Região Açores
Associação Grupo de Apoio SOS Hepatites
Associação Nacional Contra a Fibromialgia e Síndroma da Fadiga Crónica - Myos
Associação Nacional das Crianças e Jovens Transplantados ou com Doenças Hepáticas - Hepaturix
Associação Nacional das Farmácias
Associação Nacional de Enfermeiros Promotores do Envelhecimento Saudável - ANEPES
Associação Nacional dos Doentes com Artrites e Reumatismos na Infância - ANDAI
Associação para a Promoção da Segurança Infantil - APSI
Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino, Colite Ulcerosa e Doença de Crohn - APDI
Associação Portuguesa da Psoríase
Associação Portuguesa das Doenças do Lisosoma
Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama - APAMCM
Associação Portuguesa de Asmáticos
Associação Portuguesa de Doentes da Próstata
Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson – APDPk
Associação Portuguesa de Familiares e Amigos de Doentes de Alzheimer
Associação Portuguesa de Fertilidade
Associação Portuguesa de Sindrome de Asperger
Associação Portuguesa de Solidariedade Mãos Unidas Padre Damião
Associação Portuguesa dos Enfermeiros de Reabilitação
Fundação do Gil
Fundação Portuguesa de Cardiologia
Fundação Portuguesa do Pulmão
Fundação Professor Fernando de Pádua
Fundação Realizar um Desejo
Instituto de Apoio à Criança
Instituto Nacional de Cardiologia Preventiva
Laço - Laço Associação de Solidariedade Social
Liga Portuguesa Contra a SIDA
Liga Portuguesa Contra as Doenças Reumáticas
Liga Portuguesa Contra o Cancro
RESPIRA – Associação Portuguesa de Pessoas com DPOC e outras Doenças Respiratórias Crónicas
Saiba mais sobre a Hipercolesterolemia Familiar
Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla - SPEM
União Geral de Consumidores

Saiba mais sobre a Hipercolesterolemia Familiar

Notícias sobre um novo associado:

Saiba mais sobre a Hipercolesterolemia Familiar 

 

Sabia que um(a) jovem com 20 ou 30 anos pode ter doença aterosclerótica, um dos fatores de risco mais importantes para eventos cardiovasculares como o enfarte ou o AVC, equivalente à de uma pessoa com 50 ou 60 anos?

A doença aterosclerótica resulta da elevação dos níveis de colesterol, nomeadamente o LDL-C (mau colesterol), sendo acelerada por estilos de vida modificáveis tais como o tabagismo, sedentarismo, excesso de peso e uma má alimentação.

Sabia que o colesterol LDL (mau colesterol) elevado não escolhe idades?

O colesterol elevado não existe apenas em pessoas de idade mais avançadas. Mesmo crianças, adolescentes e jovens adultos podem ter níveis de colesterol elevados desde o seu nascimento.

O colesterol elevado pode ser mesmo encontrado num jovem magro e ativo com estilos de vida saudáveis.

Sabia que a Hipercolesterolemia Familiar (FH) existe?

A Hipercolesterolemia Familiar (FH) é uma doença hereditária que se transmite de pais para filhos, com uma probabilidade de 50%, e carateriza-se por níveis de colesterol total e LDL-C elevados desde o nascimento. Esta doença afeta cerca de 1 indivíduo em cada 300 a 500.

Os níveis elevados de LDL-C vão se depositando silenciosamente nas artérias desde o nascimento, dando origem a doença aterosclerótica e doenças cardiovasculares prematuramente. A FH resulta de um defeito no recetor hepático que capta o LDL-C da circulação sanguínea para o fígado, levando assim ao aumento dos níveis de LDL-C no sangue e, consequentemente, à sua deposição, infiltração, inflamação e envelhecimento das artérias – doença aterosclerótica.

A doença aterosclerótica não é exclusiva das artérias do coração nem das do cérebro. Trata-se de uma doença sistémica e generalizada, podendo afetar qualquer órgão e ser responsável por vários sintomas, nomeadamente, disfunção erétil.

Sabia que a FH, apesar de ser uma “herança indesejada” pode ser tratada?

Por se tratar de uma doença que passa de geração para geração, pode dizer-se que é uma “herança indesejada”.

Contudo, o seu diagnóstico precoce permite um tratamento eficaz com uma sobrevida igual à da população em geral.

Visto ser uma doença silenciosa, é importante estar informado e conhecer a sua história pessoal e familiar. Saber mais e a tempo é um bom princípio para o tratamento já que permite identificar se tem a doença, ou se algum familiar a tem, e agir preventivamente.

A modificação de estilos de vida pode não ser suficiente para corrigir valores elevados de colesterol, sendo muitas vezes necessário as medidas terapêuticas específicas. Nesse sentido, deve procurar apoio de médicos especializados.

Como pode saber se algum familiar também terá a doença?

Para a deteção de FH a história familiar é muito importante, especialmente:

Ø  Se existem familiares com história de enfarte do miocárdio, AVC, doença arterial periférica, disfunção sexual ou morte súbita antes dos 55 nos homens e antes dos 60 anos nas mulheres.

Ø  Se existem familiares com colesterol total e LDL-C elevados desde a infância/juventude ou se fazem medicação específica há muitos anos.

Quando é detetada uma situação de FH deve-se medir os níveis de colesterol em todos os membros da família para que o tratamento preventivo seja iniciado o mais precocemente possível.

Para saber mais consulte o site www.fhportugal.pt

Dia Mundial da Saúde 2015: Promova alimentos seguros

A Organização Mundial de Saúde (OMS) escolheu para as comemorações do Dia Mundial da Saúde deste ano (7 DE Abril) uma nova campanha de sensibilização sobre a segurança alimentar em nossas casas. A OMS argumenta que os alimentos inseguros, insalubres e até falsificados estão relacionados com a morte de dois milhões de pessoas por ano. São alimentos com bactérias, vírus, parasitas ou substâncias químicas nocivas que estão na origem de duzentas doenças, que vão desde a diarreia até ao cancro.

A globalização incessante da comercialização dos alimentos justifica a necessidade de reforçar todos os sistemas que velam pela inocuidade de todos os alimentos em todos os países. Para as comemorações deste ano, a OMS retoma as cinco chaves para a inocuidade dos alimentos: manter a limpeza pessoal, das áreas onde se trabalha e proteger os alimentos das fontes de contaminação; evitar a todo o transe as contaminações cruzadas, cozinhando completamente os alimentos e mantendo-os a temperaturas apropriadas; estar vigilante quanto à qualidade da água com que se confeciona os alimentos.

Entre o material distribuído gratuitamente consta o manual com as cinco chaves para a segurança alimentar, base da nossa saúde. Indica-se o link que dá acesso a esses materiais (http://www.who.int/campaigns/world-health-day/2015/event/en/).

Workshop “Doenças crónicas e um envelhecer mais saudável” | Haia, 12-13 Fevereiro, 2015

Um membro da Direção da Plataforma participou no workshop “Doenças crónicas e um envelhecer mais saudável”, promovido pela DG SANTE, com o objetivo de se dar conhecimento dos projetos de saúde pública do já concluído segundo programa da Saúde (2008-2013). Como se prevê para breve o anúncio de candidaturas a que podem concorrer organizações doentes, interessava-nos conhecer os projetos anteriores e as respetivas virtualidades para uma eventual mobilização de organizações que constituem a Plataforma.

Em diferentes painéis e durante dia e meio, houve oportunidade de discorrer sobre temas que a todos interessa: quadro das principais doenças crónicas da atualidade e os seus impactos socioeconómicos e numa perspetiva do estilo de vida saudáveis; investigações em curso associadas a processos e sistemas inovadores que visam a prevenção da fragilidade, a eficiência dos cuidados de saúde, a preparação para a reforma e a vigilância das doenças não comunicadas; empoderamento dos seniores na gestão das doenças crónicas; perspetivas atuais da multimorbilidade, respetiva multidisciplinaridade, em associação com a polifarmácia.

Considera-se haver um inegável sucesso da maioria destes projetos e apelou-se a que os responsáveis pelas investigações deem mais atenção às opiniões das associações de doentes.

Em breve, a Direção da Plataforma apreciará os termos e modos de sensibilizar as nossas organizações para eventuais candidaturas, cuja abertura está no horizonte.

Toda a documentação recebida antes e durante o workshop pode ser consultada pelos interessados, pelo que se recomenda um contacto com o secretariado exectutivo.

II Conferência do Ciclo "A Saúde e o Doente" | 19 Março, Porto

A segunda edição do ciclo de Conferências "A Saúde e o Direito" irá decorrer no próximo dia 19 de Março no Auditório da Associação Nacional das Farmácias (ANF), Delegação Norte, no Porto.

Novamente, trata-se de uma parceria entre a Plataforma Saúde em Diálogo e o Centro de Direito Biomédico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, sendo desta feita sob o tema "A Família e o Doente Crónico"

Consulte o Programa (clique aqui) e preencha o boletim de inscrição (clique aqui).

Ciclo de Conferências "A SAÚDE E O DIREITO"

A primeira do ciclo de Conferências "A Saúde e o Direito" teve lugar no passado dia 28 de Janeiro no Auditório da Associação Nacional das Farmácias (ANF), em Lisboa.

Trata-se de uma parceria entre a Plataforma Saúde em Diálogo e o Centro de Direito Biomédico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.

Sob o tema "Os Direitos dos Doentes", esta I Conferência contou com um conjunto de convidados de grande qualidade e conhecimento técnico. Conto ainda com a moderação do Prof. Doutor Guilherme de Oliveira, académico que desde os anos 80 se dedica à Saúde na perspectiva jurídica, tendo em muito contribuído para o reconhecimento da importância de aproximar os profissionais da Saúde e do Direito e de dar a conhecer os Direitos aos Doentes.

Um painel de excelência que contou com a presença do Dr. Mário Beja Santos em representação da Plataforma Saúde em Diálogo, do Prof. Doutor André Dias Pereira que desenvolveu o tema do  consentimento informado realçando a forma como este conceito tem sido interpretado pelos Tribunais, sem esquecer a recente norma da DGS, do Mestre João Vaz Rodrigues que abordou o tema da recusa de tratamento, seu enquadramento e relevância.

Na segunda parte desta conferência, diversos doentes e membros de associações de doentes,  profissionais de saúde e juristas, puderam ouvir a Dr.ª Filomena Girão sobre a Defesa dos Direitos do Doente em Tribunal, realçando a constatação de que cada vez mais as pessoas vão a tribunal reivindicar os seus Direitos, nomeadamente pedindo indemnizações por violações da "legis artis" ou do dever de obter consentimento informado; a Dr.ª Carla Barbosa sobre o acesso à informação contida no processo clínico e ainda o Dr. Manuel Lopes Rocha que transpôs para a prática os novos desafios da "Nuvem" como utilidade para os dias de hoje.

Seguiu-se debate muito participado por oradores e público e foram adiantadas algumas conclusões sistematizadas pelo Professor Guilherme de Oliveira da seguinte forma:

"1. É preciso exercitar mais os direitos dos doentes, sem que isso afete a relação médico-doente;

2. As regras do consentimento informado respeitam a autonomia e a dignidade dos doentes, têm uma ampla consagração legal, mas sofrem grandes dificuldades de concretização no dia-a-dia das unidades de saúde;

3. As leis sobre proteção de dados pessoais não acompanharam a evolução social e técnica;

4. Verifica-se um desconhecimento enorme sobre os direitos dos doentes e os deveres das unidades de saúde quanto ao acesso dos doentes aos seus dados clínicos."

A II Conferência acontecerá na cidade do Porto, no próximo dia 19 de Março e será subordinada ao tema: "A Família e o Doente Crónico".

Showing 1 - 5 of 22 results.
of 5
Newsletter
Subscreva a nossa newsletter aqui!
This field is mandatory.
This field is mandatory.

Dieta mediterrânica: saudável, adequada e económica

Dieta mediterrânica: saudável, adequada e económica

 

Tive o privilégio de ser amigo de um comunicador insuperável, o Dr. Emílio Peres, um verdadeiro paladino da educação alimentar, a quem se deve a fundação do curso de nutricionismo na universidade do Porto, ele foi a alavanca da campanha de educação alimentar “Saber comer é saber viver”, porventura a mais consistente campanha que houve em Portugal.

Uma das causas de Emílio Peres orientava-se no regime alimentar do Mediterrânio. Se é verdade que estamos posicionados para o Atlântico, muitas das nossas culturas são mediterrânicas, basta pensar no azeite. É uma alimentação sadia, e como ele escrevia: eficaz para prevenir o cancro, enfarte cardíaco e outras doenças metabólicas e degenerativas crónicas. É um regime com alto controlo das gorduras, com poucos ácidos gordos saturados, nele abundam vitaminas, minerais e fibra alimentar, o pão está sempre presente, as proteínas têm uma expressão reduzida. Dito de outro modo, combina um conjunto variado de alimentos da época, o uso de farináceos ricos de amido tem um grande peso, abundam hortaliças, legumes e frutos.

Um regime sobre o qual Emílio Peres teceu o seguinte enaltecimento: “O cerne é que os alimentos animais não são alimentos principais, são condimentos. Ao chegar, hoje, a um restaurante, informam-nos: podemos arranjar bacalhau, também temos vitela muito boa. Estamos a ver o prato: centra-se na carne ou no pescado. Nos países do Sul, vem acompanhado de batatas ou arroz mais uns legumes. No Norte da Europa, vem o bicho só e poderemos pedir um acompanhamento, que será cobrado em separado. Na tradição mediterrânia, ao chegar a casa somos informados de que hoje é arroz, feijoada, cozido, ensopado de batata, etc. Os alimentos hoje considerados eram condimentos. Davam um sabor e concediam alguma proteína e alguma gordura animal ao cozinhado. Pode parecer pobreza, mas sabemos hoje que assim comendo, força não falta (dava para cavar, ceifar, para vir de Roma a pé até à Lusitânia e combater com êxito), e que não há colesterol que suba ou cancro que apareça. Esta frugalidade remediada não era nutricionalmente pobre porque o número de alimentos diferentes presentes numa refeição era muito superior aos que hoje compõem uma refeição moderna típica”.

Vem isto a propósito de que há regimes alimentares que convidam ao mal-estar e outros que asseguram o bem-estar com menos dispêndio, menos riscos para um ambiente e que têm igualmente provado o partido de recursos próprios como o olival, os cereais, a horta, até o porquinho e o galinheiro. Lembro como Emílio Peres desfazia mitos. Dizia que era grande mentira que o pão engorde e justificava: é relativamente pouco calórico e é paupérrimo de gordura, 100 gramas de pão alentejano, ou de padaria vulgar, dão à volta de 220 calorias, menos de metade das bolachas tipo cream craker ou dos cereais de pequeno-almoço.

Mas este regime ainda tem outros predicados: a água não é destronada pelo vinho, este bebe-se em quantidades moderadas; usam-se infusões de erva sem açúcar. E come-se à mesa, com a família.

Comentou um dia a bastonária da Ordem dos Nutricionistas: esta alimentação está associada a um melhor de estado de saúde geral, a uma reduzida mortalidade coronária, há prevenção de vários tipos de cancro, da obesidade e da diabetes, das doenças neurológicas e das doenças respiratórias de origem alérgica.

A dieta mediterrânica é hoje conhecida como Património Cultural e Imaterial da Humanidade.

Procure introduzir este regime no seu quotidiano: iniciar o almoço e o jantar com uma sopa rica em hortícolas; o prato principal deve ser composto por 50% de hortícolas crus ou cozinhados, 25% de leguminosas e cereais (arroz, massa, farinha de milho, entre outros) ou batatas; e os restantes 25% por carne, peixe ou ovos; optar por fruta à sobremesa.   

Portaria n.º 86/2015, de 20 de março

Diário da República, 1ª série – N.º 56 – 20 de março de 2015

Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social

Portaria n.º 86/2015, de 20 de março

 

Assunto: A medida REATIVAR tem o objetivo de promover a reintegração profissional de pessoas desempregadas de longa duração e de muita longa duração, com mais de 30 anos de idade, através da realização de estágios profissionais, com uma duração de seis meses, propiciando um contacto com o mercado de trabalho, num contexto de formação, e promovendo aquisições de competência. Entende-se por estágio o desenvolvimento de uma experiência prática em contexto de trabalho. A legislação define os destinatários da medida, os requisitos gerais da entidade promotora, como se processam as candidaturas, o contrato de estágio, a duração, a certificação e os direitos do estagiário. 

 

Ver pdf. aqui.

Os AEIOUS da saúde

Os AEIOUS da saúde

 

Há livros que são profissões de fé, crenças arreigadas que passam às novas gerações, melhor equipadas para a gestão de uma vida com muita qualidade. O livro "Kikas e o Professor Coração", de Nilza de Assis, e com ilustrações de Beatriz Manteigas, Âncora Editora, 2014, tem o condão de nos cativar pela luminosidade dos seus apelos à literacia em saúde e pela sentida homenagem a um batalhador ímpar da promoção em saúde, o professor Fernando de Pádua que, aliás, nos oferece um prefácio condizente sobre as etapas já vividas na sensibilização para a prevenção das doenças cérebro cardiovasculares. Mas de que trata este livrinho encantador destinado à educação para a saúde?

Kikas é uma criança em crescimento, melhor referencial para os menores de 10 anos e para a alocução a estilos de vida saudáveis não podia haver.

Kikas tem oito anos, não é gordo nem magro, é tagarela, umas vezes trapalhão, outras vezes impulsivo. Como nos contos de fadas, é visitado pela fada Lucy, que lhe sussurra conselhos e estratagemas. E há também o Professor Coração, o alter-ego de Fernando de Pádua, um verdadeiro modelo de educação.

Podemos adiantar que a história do Kikas gira em torno dessas vogais: AEIOUS: A de Alimentação, E de Exercício físico, I de Inibir de fumar, O de Omitir o sal à mesa, U de Uma consulta por ano, S de Stresse.

Nós somos aquilo que comemos, o que falha na alimentação do jovem reflete-se no seu crescimento e na sua saúde. O Professor Coração lembra: "Todos nós temos colesterol no sangue. Mas o mal é quando existe em maior quantidade do que o necessário. Por isso, importa evitar o abuso de algumas gorduras que nos podem trazer o colesterol mau". E há os açúcares, uma ameaça para a diabetes. Por isso se recomenda comer mais vegetais e fazer exercício físico, são duas ótimas formas de evitar engordar, diminuir o açúcar a mais e fugir da diabetes. O Kikas, que tinha andado reticente sobre hábitos alimentares, rendeu-se aos ensinamentos do professor: o nosso corpo sobrevive melhor e a saúde é ajudada se comermos mais vegetais, mais fruta, mais leite e mais peixe e corremos o risco de adoecer se abusarmos do sal, de gorduras ou de carne gordas.   

Uma vida saudável faz-se a coberto da apologia ao exercício físico, Kikas vai ao futebol e fala-se dos quilos a mais, questão muito importante para travar o passo aos quilos a mais: "Não se deve ultrapassar em quilogramas um número de centímetros acima do metro. Se o pai mede 1,70 metros, deve ter menos de 70 quilos. Repara em quantos rapazes e raparigas teus amigos já têm mais peso do que deviam. As crianças gordas quase sempre se transformam em adultos obesos. A obesidade é a fonte de várias doenças a começar pela diabetes, o entupimento das artérias do coração e o acidente vascular cerebral".

Aparece o Duarte lá em casa, o Duarte fuma, o professor coração evoca o sem-número de consequências da nicotina e das substâncias cancerígenas existentes nos cigarros.

Fala-se do sal e da hipertensão, das vantagens em fazer rastreios e ir ao médico pelo menos uma vez por ano. O Professor Coração comenta a frase de um seu mestre: a dor é amiga do homem, uma grande verdade, ao queixar-se de uma dor o doente avisa o médico do sítio em que existe o problema. Neste livrinho recheado de quadros ao gosto popular também se alude ao stresse, o bom e o mau, do bom não temos de nos livrar, porque ele ajuda-nos a correr, a brincar, a saltar. É do mau que temos de nos proteger, pois causa tristeza, ansiedade, medos e as nossas decisões pode até comprometer. E já que estamos a falar de quadras, ficam aqui uns versinhos para nunca esquecermos uma consigna que deve marcar o nosso pensamento positivo e os nossos passos no quotidiano:

O coração e tudo!

Sem ele, tudo não vale nada:

é que é ele que segura a vida,

que sem ele fica parada.

 

Para quem quer saber o que é a cultura de saúde solidária, leia este Kikas, asseguro que não ficará desapontado.