Associados
Associação Atlântica de Apoio ao Doente Machado-Joseph
Associação Coração Amarelo
Associação de Apoio aos Traumatizados Crânio-Encefálicos e suas Famílias - Novamente
Associação de Doentes com Lúpus
Associação de Mulheres Contra a Violência
Associação de Pais e Amigos de Portadores do Sindroma de Rubinstein-Taybi (APART)
Associação de Retinopatia de Portugal
Associação dos Consumidores da Região Açores
Associação Grupo de Apoio SOS Hepatites
Associação Nacional Contra a Fibromialgia e Síndroma da Fadiga Crónica - Myos
Associação Nacional das Crianças e Jovens Transplantados ou com Doenças Hepáticas - Hepaturix
Associação Nacional das Farmácias
Associação Nacional de Enfermeiros Promotores do Envelhecimento Saudável - ANEPES
Associação Nacional dos Doentes com Artrites e Reumatismos na Infância - ANDAI
Associação para a Promoção da Segurança Infantil - APSI
Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino, Colite Ulcerosa e Doença de Crohn - APDI
Associação Portuguesa da Psoríase
Associação Portuguesa das Doenças do Lisosoma
Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama - APAMCM
Associação Portuguesa de Asmáticos
Associação Portuguesa de Doentes da Próstata
Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson – APDPk
Associação Portuguesa de Familiares e Amigos de Doentes de Alzheimer
Associação Portuguesa de Fertilidade
Associação Portuguesa de Sindrome de Asperger
Associação Portuguesa de Solidariedade Mãos Unidas Padre Damião
Associação Portuguesa dos Enfermeiros de Reabilitação
Fundação do Gil
Fundação Portuguesa de Cardiologia
Fundação Portuguesa do Pulmão
Fundação Professor Fernando de Pádua
Fundação Realizar um Desejo
Instituto de Apoio à Criança
Instituto Nacional de Cardiologia Preventiva
Laço - Laço Associação de Solidariedade Social
Liga Portuguesa Contra a SIDA
Liga Portuguesa Contra as Doenças Reumáticas
Liga Portuguesa Contra o Cancro
RESPIRA – Associação Portuguesa de Pessoas com DPOC e outras Doenças Respiratórias Crónicas
Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla - SPEM
União Geral de Consumidores

“SEGURANÇA – UMA PRIORIDADE DE TODOS”

A Plataforma Saúde em Diálogo e o Município de Faro realizaram uma conferência sobre Segurança sob o título -  "SEGURANÇA – UMA PRIORIDADE DE TODOS", no passado dia 25 de Junho na Biblioteca Municipal de Faro com a presença de um público diversificado, de várias faixas etárias.

A sessão de abertura contou com a participação da Vereadora Teresa Correia, em representação do Presidente da Câmara Municipal de Faro e da Presidente da Direcção da Plataforma, Maria do Rosário Zincke dos Reis. Nesta sessão foi apresentado o trabalho desenvolvido pela Plataforma, a Declaração de Lisboa e o Espaço Saúde em Diálogo.

A Farmacêutica Isabel Caniné falou de Segurança no uso do medicamento, partilhando informação muito útil e prática sobre este tema de grande importância para todos. Realçou a disponibilidade das farmácias para apoiarem os doentes no uso seguro dos medicamentos e produtos de saúde.

Ao Chefe Artur Silva da PSP coube apresentar o projecto "Escola Segura" em Faro, realçando o grande trabalho pedagógico e de prevenção que estes agentes de autoridade desenvolvem junto de crianças  e jovens. Ficou patente o seu entusiasmo, dinamismo e bom relacionamento com as escolas e com a comunidade local.

A Presidente da APSI – Associação para a Segurança Infantil, Sandra Nascimento, fez uma apresentação muito rica em situações práticas. Focou os principais riscos (água, acidentes de viação, parques infantis, por exemplo) para a Segurança Infantil, as medidas que podem ser tomadas e realçou o sucesso das campanhas e do trabalho de sensibilização que esta associação tem desenvolvido ao longo dos anos nos mais diversos pontos do país e que se tem traduzido na redução muito considerável dos acidentes com crianças.

Por fim, Paula Paiva do Gabinete de Apoio ao Idoso da Câmara de Faro, apresentou o trabalho de grande relevo desenvolvido por este Gabinete, referindo situações demonstrativas da grande vulnerabilidade e da necessidade de encontrar respostas efectivas que permitam assegurar a qualidade de vida e respeitar os direitos dos mais velhos. Ficou aqui dado o mote para a próxima conferência a realizar pela Plataforma e pelo Município de Faro, provavelmente em Outubro próximo.

INFARMED: Portal RAM precisa de uma maior participação dos doentes

Portal RAM é o acrónimo do projeto de aplicação para notificação online de reações adversas a medicamentos por profissionais de saúde e utentes.
Em julho de 2012, o INFARMD passou a desenvolver este projeto, com os seguintes objetivos: disponibilizar formulários de notificação online para profissionais de saúde (médicos, farmacêuticos, enfermeiros, médicos dentistas, técnicos de farmácia e outros) e utentes; e disponibilizar informação sobre farmacovigilância e, em particular, sobre o Sistema Nacional de Farmacovigilância.
Em 20 de maio, o INFARMED convocou-nos, a par de outras organizações de doentes e consumidores, para uma reunião de apresentação sobre as notificações recebidas durante o período de 2012/2013 e também para debater posições concertadas que possam levar ao aumento do número de notificações por parte dos doentes.
Coordenou os trabalhos da reunião a Dr.ª Alexandra Pêgo, do INFARMED. Os resultados apresentados quanto a notificações dos doentes são verdadeiramente lastimosos. Assim, e de acordo com os dados divulgados, em 2012 houve 3104 notificações e os números de notificações dos doentes foi de 16; em 2013, o número de notificações subiu para 3461 e as notificações dos doentes para 50. Dito de outro modo, as notificações enviadas cabem essencialmente aos profissionais de saúde e à indústria.
Apresentados estes números, a coordenadora da reunião abriu debate sobre a melhor estratégia conducente a um maior número de participações dos doentes, questionou mesmo se deviam aumentar as reuniões com as associações ou ser produzido material de sensibilização. “Temos instalações mas não temos doentes para notificar”, observou. Informou também que há número elevado de telefonemas para o INFARMED sobre reações adversas, são doentes que pedem ajuda mas que não consultaram previamente o médico ou o farmacêutico. E o INFARMED não pode substituir-se aos profissionais de saúde ou dar consultas pelo telefone.
O debate foi muito diversificado, foram lançadas críticas ao funcionamento do site do INFARMED, à linguagem utilizada nos documentos e circulares e às poucas solicitações que a Autoridade do Medicamento faz aos representantes dos doentes; tergiversou-se sobre os preços dos medicamentos e pôs-se nalguns casos dúvidas quanto à segurança de medicamentos autorizados, etc. 
Da nossa parte, fez-se a sugestão (atendendo que a questão maior das reações adversas e da falta de notificações do lado dos doentes ao INFARMED se dever à inexistência de uma cultura do medicamento nos espaços de educação e de saúde) de que o INFARMED promovesse reuniões preparatórias com todas as partes interessadas (profissionais de saúde, representantes dos ministérios da Saúde, da Segurança Social e da Educação, promotores de saúde, associações de doentes e de consumidores e indústria), conducentes à realização de uma assembleia ou conferência sob a égide do INFARMED destinada à discussão e apresentação de linhas de orientação indutoras de uma maior literacia em saúde, cultura do medicamento e capacitação das associações para mobilizarem os seus doentes por forma a relatarem em tempo oportuno as reações adversas; estas, importa não esquecer, só poderão ser notificadas quando o doente possui conhecimento de causa sobre as suas responsabilidades e dialoga sem preconceitos com o seu médico ou o seu farmacêutico, sobretudo.
O INFARMED promete enviar em breve mais informações sobre o Portal RAM.

LIDERAR EM TEMPOS DE CRISE

A Psicóloga Ana Maia aceitou o convite da Plataforma Saúde em Diálogo e realizou, a 14 de Maio, o workshop destinado a dirigentes associativos denominado "Liderar em Tempo de Crise". Os tópicos fundamentais foram a auto motivação, as condições para uma liderança positiva e a motivação da equipa.
Estiveram presentes 26 participantes de 17 associações, alguns dos quais vieram do Porto e de Coimbra, deixando a Direcção da Plataforma muito satisfeita pelo interesse manifestado por esta iniciativa.
Depois da sessão sabiamente conduzida por esta excelente especialista, todos ficaram cheios de energia para trabalhar a sua própria motivação e para motivar as suas equipas de colaboradores e voluntários, tendo em vista promover o bem estar das associações e o alcançar mais eficaz dos seus objectivos e missão.
Para terminar, deixou-nos com esta frase de Peter Drucker: "As únicas coisas que acontecem naturalmente numa instituição são atritos, confusão e dificuldades. Todas as outras coisas são o resultado da liderança e motivação."

CONFERÊNCIA DA PRIMAVERA: “VIDAS DIFERENTES, DIREITOS IGUAIS”

No passado dia 23 de Abril realizou-se no Auditório Fundação Montepio, a Conferência da Primavera da Plataforma Saúde em Diálogo.
 
Sob o tema "Vidas Diferentes, Direitos Iguais", a conferência contribuiu significativamente para os objectivos que a Plataforma definiu na sua Declaração de Lisboa.
 
Com conteúdos ricos e diversificados, apresentados e discutidos por oradores experientes e com larga reflexão e trabalho feito nas temáticas apresentadas, foi possível sedimentar ideias e planear um futuro cada vez mais interventivo junto do poder político e dos cidadãos.
 
Combater iniquidades nos cuidados de saúde, apostar forte na prevenção, reconhecer o papel das associações na criação, implementação e monitorização das políticas sociais e de saúde, a par do reconhecimento da importância do cuidador familiar, terão sido as quatro ideias chave da conferência.
 
Como prova inequívoca do respeito e confiança que os decisores políticos depositam no trabalho desenvolvido pela Plataforma, marcaram presença activa os Deputados à Assembleia da Republica Ricardo Baptista Leite, Paula Santos, Helena Pinto, Luisa Salgueiro e Teresa Caeeiro, a Presidente da Comissão Parlamentar da Saúde, a Deputada Maria Antónia Almeida Santos e ainda o Director do Plano Nacional para a Saúde Mental, Álvaro de Carvalho.
 
A Plataforma está a planear as suas próximas acções sempre numa estratégia de aproximação responsável ao poder político e de envolvimento sério e participado das suas associadas, como aconteceu na Conferência "Vidas Diferentes, Direitos Iguais", por forma a fazer ouvir a voz dos doentes e utentes de saúde.
 

6º CONGRESSO GLOBAL DA IAPO

29 a 30 de MARÇO EM ASCOT, REINO UNIDO

O 6º Congresso Global da IAPO acontece já no final deste mês.
Com o apoio desta organização, a Plataforma Saúde em Diálogo estará presente.
Realizou-se esta manhã uma conferência na web (webinar), aberta a qualquer congressista, e destinada a partilhar informações sobre o congresso.
O tema do congresso é "Melhor Acesso, Melhor Saúde – uma abordagem centrada no doente para a cobertura universal da saúde" ("Better Access, Better Health – a patient centered approach to universal health coverage").
Os três principais tópicos são: Equidade, Qualidade e Financiamento.
No decorrer do congresso serão definidos, na perspectiva do doente, os princípios para uma cobertura universal da saúde (Universal Health Coverage – UHC), os quais serão apresentados Assembleia Mundial de Saúde da OMS que terá lugar em Maio.
Este congresso será certamente uma excelente oportunidade para a Plataforma adquirir mais conhecimento, beneficiar da experiência das várias organizações presentes e dar a conhecer o seu trabalho e objectivos.
Showing 1 - 5 of 14 results.
of 3
Newsletter
Subscreva a nossa newsletter aqui!
This field is mandatory.
This field is mandatory.

Portaria nº 96/2014

Diário da República, 1ª série, 5 de maio de 2014 
Ministério da Saúde
 
Regulamenta a organização e funcionamento do Registo Nacional do Testamento Vital (RENTEV). Esta regulamentação fora prevista pela Lei nº 25/2012, que estabelece o regime das diretivas antecipadas de vontade em matéria de cuidados de saúde, designadamente sob a forma de testamento vital. O RENTEV tem como finalidade rececionar, registar, registar, organizar e manter atualizada a informação e documentação relativas às diretivas antecipadas de vontade. Especificamente se prevê, quanto ao tratamento de dados pessoais, que o RENTEV se rege pelos regimes regais aplicáveis à proteção de dados pessoais, na generalidade, e, na especialidade, pela legislação que regula os requisitos de tratamento de dados pessoais para a constituição de ficheiros contendo dados de saúde, com recurso a tecnologias de informação, e no quadro do Serviço Nacional de Saúde. Ver pdf

Lei nº 15/2014

Lei consolidando a legislação em matéria de direitos e deveres do utente dos serviços de saúde. A Assembleia de República resolveu dar mais coesão a um conjunto de normas e princípios avulsos como é o caso da legislação que se refere a: acompanhamento da mulher grávida durante o trabalho de parto; direito de acompanhamento dos utentes dos serviços de urgência do SNS; acompanhamento familiar em internato hospitalar; Carta dos Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde pelos utentes do SNS. O documento referência foi a Base XIV da Lei de Bases de Saúde, Lei nº 48/90, de 24 de agosto. Não se alterou a substância da legislação avulsa mas atualizou-se a terminologia. Enumeram-se os direitos do utente dos serviços de saúde (consentimento ou recusa, proteção da vida privada, direito à informação, direito de associação…); estabelecem-se as regras gerais de acompanhamento do utente dos serviços de saúde, enquadra-se o direito ao acompanhamento da mulher grávida durante o parto bem como o direito ao acompanhamento em internamento hospitalar; estipulam-se os deveres do utente (respeitar os direitos de outros utentes e as regras de organização e funcionamento dos serviços, dever de colaboração com os profissionais de saúde…); e, por fim, dá-se moldura à Carta dos Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde (com relevo para os tempos máximos de resposta e o direito do utente à informação e a poder reclamar). Ver pdf

Decreto-Lei nº 19/2014– 5 de fevereiro de 2014

Ministério da Saúde
Diário da República, 1ª série – N.º 25

Promove-se a revisão das componentes fixas e variáveis na formação dos preços dos medicamentos, visando privilegiar a sustentabilidade do acesso a medicamentos, introduzindo um mecanismo de procedimentos que permita, em cada momento, aferir a mais-valia dos medicamentos que justifiquem a sua comparticipação pelo Estado português.
Neste contexto, a comparticipação de qualquer medicamento é obrigatoriamente reavaliada quando o mesmo seja autorizado para uma indicação terapêutica diversa da vigente à data da comparticipação. A decisão sobre a exclusão de medicamentos da comparticipação deve fundamentar-se em várias razões, como sejam a eficácia ou efetividade não demonstrada e o menor valor terapêutico relativamente aos medicamentos comparticipados utilizados com a mesma finalidade terapêutica. A dispensa de medicamentos genéricos, e de entre estes dos mais baratos, pode ser objeto de remuneração adicional às farmácias participantes em programas de saúde pública nos termos e nas condições a definir pelos ministérios das Finanças e da Saúde.   ver pdf