Associados
Associação Atlântica de Apoio ao Doente Machado-Joseph
Associação Coração Amarelo
Associação de Apoio aos Traumatizados Crânio-Encefálicos e suas Famílias - Novamente
Associação de Doentes com Lúpus
Associação de Mulheres Contra a Violência
Associação de Pais e Amigos de Portadores do Sindroma de Rubinstein-Taybi (APART)
Associação de Retinopatia de Portugal
Associação dos Consumidores da Região Açores
Associação Grupo de Apoio SOS Hepatites
Associação Nacional Contra a Fibromialgia e Síndroma da Fadiga Crónica - Myos
Associação Nacional das Crianças e Jovens Transplantados ou com Doenças Hepáticas - Hepaturix
Associação Nacional das Farmácias
Associação Nacional de Enfermeiros Promotores do Envelhecimento Saudável - ANEPES
Associação Nacional dos Doentes com Artrites e Reumatismos na Infância - ANDAI
Associação para a Promoção da Segurança Infantil - APSI
Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino, Colite Ulcerosa e Doença de Crohn - APDI
Associação Portuguesa da Psoríase
Associação Portuguesa das Doenças do Lisosoma
Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama - APAMCM
Associação Portuguesa de Asmáticos
Associação Portuguesa de Doentes da Próstata
Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson – APDPk
Associação Portuguesa de Familiares e Amigos de Doentes de Alzheimer
Associação Portuguesa de Fertilidade
Associação Portuguesa de Hipercolesterolemia Familiar
Associação Portuguesa de Sindrome de Asperger
Associação Portuguesa de Solidariedade Mãos Unidas Padre Damião
Associação Portuguesa dos Enfermeiros de Reabilitação
Fundação do Gil
Fundação Portuguesa de Cardiologia
Fundação Portuguesa do Pulmão
Fundação Professor Fernando de Pádua
Fundação Realizar um Desejo
Instituto de Apoio à Criança
Instituto Nacional de Cardiologia Preventiva
Laço - Laço Associação de Solidariedade Social
Liga Portuguesa Contra a SIDA
Liga Portuguesa Contra as Doenças Reumáticas
Liga Portuguesa Contra o Cancro
RESPIRA – Associação Portuguesa de Pessoas com DPOC e outras Doenças Respiratórias Crónicas
Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla - SPEM
União Geral de Consumidores

Passeio da Memória 2015

 O Dia Mundial da Pessoa com Doença de Alzheimer, comemora-se a 21 de Setembro e, para o assinalar, Alzheimer Portugal prepara-se para levar a cabo nos dias 19, 20 e 21 de Setembro, a quinta edição do Passeio da Memória, em 18 cidades portuguesas.

Esta iniciativa consiste numa caminhada solidária, em que os fundos angariados com as inscrições revertem na íntegra para a Alzheimer Portugal e tem como objectivo dar visibilidade a este problema, para que se torne numa prioridade política e de saúde.
As farmácias portuguesas associam-se a esta iniciativa, promovendo-a. Caminhe, conviva e apoie a Alzheimer Portugal!
 
A Associação Alzheimer Portugal é sócia fundadora da Plataforma Saúde em Diálogo.
 
Para inscrição e mais informações consulte: http://www.passeiodamemoria.org/

Apresentação de conclusões da Reunião "A Saúde é a Nossa Prioridade"

Vimos por este meio manifestar, uma vez mais, o nosso agradecimento pela presença das Associadas na reunião promovida pela Plataforma Saúde em Diálogo dedicada ao tema “A Saúde é a Nossa Prioridade”. 
 
Estamos certos de que este tipo de reuniões contribuem para a construção de um sistema mais próximo do cidadão e por isso mesmo mais centrado naquelas que são as suas reais preocupações. 
 
Aproveitamos para remeter as conclusões desta reunião, aqui.
 

PLATAFORMA SAÚDE EM DIÁLOGO ALERTA PARA FALTA DE ESTRATÉGIA NA SAÚDE

 
 
A Plataforma Saúde em Diálogo reuniu no dia 23 de junho, em Lisboa, com representantes de partidos políticos, a quem desafiou para a criação de uma estratégia de longo prazo para a Saúde.
 
Com a presença das deputados Carla Cruz, do PCP, Carla Rodrigues do PSD, Teresa Caeiro do CDS e de Álvaro Beleza da Comissão Política do PS, coube a Maria do Rosário Zincke, Presidente da Plataforma, exprimir a preocupação das entidades que dão voz aos doentes para a contínua degradação que atualmente se assiste no Serviço Nacional de Saúde.
 
Para a Plataforma, a estratégia para a Saúde deve apostar na literacia, na prevenção e na promoção da saúde, com enfoque especial nas doenças crónicas, Atualmente estas representam a maior percentagem dos encargos com a doença na Europa, sendo responsáveis por 86% de todas as mortes. 
 
Carla Cruz, do PCP, mostra-se a favor da criação de um Estatuto do Doente Crónico, defende a alocação de mais recursos financeiros e humanos à Saúde e propõe a eliminação das taxas moderadores. 
 
Já a deputada do CDS, Teresa Caeiro, realça os bons indicadores de satisfação dos utentes relativamente ao Serviço Nacional de Saúde. Tal como a deputada do PSD, Carla Rodrigues, que considera que mais importante que o Estatuto do Doente Crónico é a criação de medidas concretas de apoio aos doentes. Ambas são igualmente prudentes quanto ao Estatuto do Cuidador Informal: o tema merece reflexão.
 
Para Álvaro Beleza, da Comissão Política do PS, a estratégia de futuro passa por: “apostar no que é público”, “gerir melhor o que é público”, melhorar a acessibilidade e promover a gestão integrada (hospitais, rede de cuidados primários e continuados), descentralizar e atribuir maior poder e responsabilidade aos utentes e às associações.
 
Da reunião ficaram claras algumas linhas de consenso no que toca à importância do doente, à necessidade de respostas eficazes para o reconhecimento do papel do cuidador, a uma maior aposta na prevenção da doença e ao envolvimento ativo e efetivo do cidadão e das associações na criação, na implementação e na monitorização das políticas de saúde.

Apoio financeiro para projectos das Associadas

Prazo para entrega das candidaturas termina já a 30 de Junho
 
A Direcção da Plataforma Saúde em Diálogo deu conhecimento às suas Associadas da abertura do período de candidaturas ao apoio financeiro da Plataforma aos projectos e iniciativas para os quais necessitem deste tipo de suporte, num montante total até 20.000,00€.
 
Relembramos as organizações interessadas que o período de candidaturas termina a 30 de Junho, período até ao qual deverão explicitar a natureza dos projectos que pretendem ver apoiados, bem como os montantes necessários sendo que competirá posteriormente à Direcção da Plataforma seleccionar de entre as várias candidaturas apresentadas aquelas que serão apoiadas.
 
 Consulte o regulamento aqui.

Plataforma Saúde em Diálogo esteve presente na Conferência sobre "Literacia em Saúde em Portugal"

Conferência Internacional: Literacia em Saúde em Portugal

Realizou-se em 23 de Abril, num dos auditórios da Fundação Calouste Gulbenkian uma conferência internacional sobre literacia em saúde em Portugal. Uma das promotoras do evento, a professora de saúde pública Isabel Loureiro dizia à TSF, antes do início dos trabalhos que uma elevadíssima percentagem dos doentes continua sem perceber os médicos devido ao uso de uma linguagem complexa que impede a compreensão das informações em saúde. Para esta profissional, os médicos terão de simplificar as mensagens. Nestas declarações também teceu críticas ao governo, considere que existe um desinvestimento na educação para a saúde e propõe programas de literacia em saúde nas escolas, desde a infância, está comprovado que tais programas ajudam a prevenir várias doenças crónicas.

 Como se previa, o aguardado inquérito sobre literacia em saúde, desenvolvido e aplicado por uma equipa do CIES-IUL com o apoio do Projeto Inovar em Saúde da Fundação Calouste Gulbenkian, foi um dos pratos fortes da conferência. Foram identificadas as cinco maiores dificuldades dos inquiridos: primeiro, a capacidade de acesso a informação em certos domínios (promoção de saúde no local de trabalho; doença mental; atividades benéficas para o bem-estar mental; tratamentos de doenças geradoras de preocupação; como tornar mais saudável a zona onde reside; as políticas que se articulam com a saúde); segundo, a dificuldade em participar em ações que visem melhorar a comunidade; terceiro, frequentar um ginásio; quarto, a capacidade de interpretar e avaliar informações sobre doenças, riscos de saúde e formas de proteção de doenças divulgadas pelos meios de comunicação, bem como vantagens e desvantagens perante várias opções de tratamento, vacinas ou o recurso a uma segunda opinião médica; quinto, a dificuldade em interpretar os folhetos informativos dos medicamentos.

Os responsáveis pelo inquérito construírem índices de literacia, procuraram caraterizar os inquiridos pela idade e escolaridade.

Os diferentes oradores pronunciaram-se sobre os trabalhos do observatório europeu de literacia em saúde e como tais atividades são encaradas na agenda de saúde europeia; é dado como provado que a literacia é uma ferramenta incontornável para reduzir as desigualdades em saúde. Outros especialistas pronunciaram-se sobre literacia na infância e na adolescência e como tal instrumento se revela da maior importância para a promoção da saúde mental em crianças em risco. Uma investigadora abordou as políticas e ações para melhorar a literacia em saúde na Europa, não deixando de observar que há países onde esta literacia está dar os primeiros passos, contudo, um conjunto de países tem já programas nacionais de literacia em saúde.

Nas conclusões, foi proposto intensificar as iniciativas, intercambiar as experiências, melhorar o diálogo entre as autoridades nacionais, a indústria de medicamentos e todos os demais fabricantes de equipamentos em saúde, profissionais e doentes, de modo que a literacia se venha a inserir naturalmente no território na promoção da saúde.   

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Despacho nº 7468/2015

Diário da República, 2ª série – N.º 130 – 7 de Julho de 2015
Ministério da Saúde
Gabinete do Secretário de Estado da Saúde
O despacho n.º 11728/2004, de 17 de Maio, publicado no Diário da República, 2ª série, n.º 139, de 15 de Junho de 2004, definiu as condições de dispensa e utilização de medicamentos para o tratamento da esclerose múltipla. Face à solicitação de comparticipação de novas apresentações de medicamentos destinados ao mesmo fim terapêutico, torna-se necessário atualizar o despacho em apreço. ver pdf

Portaria n.º 224/2015

Ministério da Saúde
Diário da República, 1ª série – N.º 144 – 27 de Julho de 2015
Adotam-se os procedimentos para a prescrição, dispensa e faturação dos medicamentos numa ótica de desmaterialização (vulgo prescrição eletrónica), para progressivamente se irem eliminando os suportes de papel da receita. Definem-se a regras de prescrição, sua validação, a autenticação eletrónica do prescritor, a prescrição excecional por via manual e definem-se as obrigações de informação a prestar aos utentes, assegurando-lhe opções de diferente índole. Em síntese: o guia de tratamento é um documento pessoal e intransmissível; o prescritor deve informar o utente que o guia de tratamento lhe é destinado, pelo que não deve ser deixado na farmácia; o guia de tratamento contém informações sobre os preços dos medicamentos; são estabelecidos os critérios para a opção do utente.  ver pdf

Portaria 246/2015

Ministério da Saúde
Diário da República n.º158/2015, Série I de 2015-08-14
Estabelece o regime de comparticipação do Estado no preço das câmaras expansoras, destinadas a beneficiários do Serviço Nacional de Saúde (SNS). ver pdf