Associados
Associação Atlântica de Apoio ao Doente Machado-Joseph
Associação Coração Amarelo
Associação de Apoio aos Traumatizados Crânio-Encefálicos e suas Famílias - Novamente
Associação de Doentes com Lúpus
Associação de Mulheres Contra a Violência
Associação de Pais e Amigos de Portadores do Sindroma de Rubinstein-Taybi (APART)
Associação de Retinopatia de Portugal
Associação dos Consumidores da Região Açores
Associação Grupo de Apoio SOS Hepatites
Associação Nacional Contra a Fibromialgia e Síndroma da Fadiga Crónica - Myos
Associação Nacional das Crianças e Jovens Transplantados ou com Doenças Hepáticas - Hepaturix
Associação Nacional das Farmácias
Associação Nacional de Enfermeiros Promotores do Envelhecimento Saudável - ANEPES
Associação Nacional dos Doentes com Artrites e Reumatismos na Infância - ANDAI
Associação para a Promoção da Segurança Infantil - APSI
Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino, Colite Ulcerosa e Doença de Crohn - APDI
Associação Portuguesa da Psoríase
Associação Portuguesa das Doenças do Lisosoma
Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama - APAMCM
Associação Portuguesa de Asmáticos
Associação Portuguesa de Doentes da Próstata
Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson – APDPk
Associação Portuguesa de Familiares e Amigos de Doentes de Alzheimer
Associação Portuguesa de Fertilidade
Associação Portuguesa de Sindrome de Asperger
Associação Portuguesa de Solidariedade Mãos Unidas Padre Damião
Associação Portuguesa dos Enfermeiros de Reabilitação
Fundação do Gil
Fundação Portuguesa de Cardiologia
Fundação Portuguesa do Pulmão
Fundação Professor Fernando de Pádua
Fundação Realizar um Desejo
Instituto de Apoio à Criança
Instituto Nacional de Cardiologia Preventiva
Laço - Laço Associação de Solidariedade Social
Liga Portuguesa Contra a SIDA
Liga Portuguesa Contra as Doenças Reumáticas
Liga Portuguesa Contra o Cancro
RESPIRA – Associação Portuguesa de Pessoas com DPOC e outras Doenças Respiratórias Crónicas
Saiba mais sobre a Hipercolesterolemia Familiar
Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla - SPEM
União Geral de Consumidores

Apresentação de conclusões da Reunião "A Saúde é a Nossa Prioridade"

Vimos por este meio manifestar, uma vez mais, o nosso agradecimento pela presença das Associadas na reunião promovida pela Plataforma Saúde em Diálogo dedicada ao tema “A Saúde é a Nossa Prioridade”. 
 
Estamos certos de que este tipo de reuniões contribuem para a construção de um sistema mais próximo do cidadão e por isso mesmo mais centrado naquelas que são as suas reais preocupações. 
 
Aproveitamos para remeter as conclusões desta reunião, aqui.
 

PLATAFORMA SAÚDE EM DIÁLOGO ALERTA PARA FALTA DE ESTRATÉGIA NA SAÚDE

 
 
A Plataforma Saúde em Diálogo reuniu no dia 23 de junho, em Lisboa, com representantes de partidos políticos, a quem desafiou para a criação de uma estratégia de longo prazo para a Saúde.
 
Com a presença das deputados Carla Cruz, do PCP, Carla Rodrigues do PSD, Teresa Caeiro do CDS e de Álvaro Beleza da Comissão Política do PS, coube a Maria do Rosário Zincke, Presidente da Plataforma, exprimir a preocupação das entidades que dão voz aos doentes para a contínua degradação que atualmente se assiste no Serviço Nacional de Saúde.
 
Para a Plataforma, a estratégia para a Saúde deve apostar na literacia, na prevenção e na promoção da saúde, com enfoque especial nas doenças crónicas, Atualmente estas representam a maior percentagem dos encargos com a doença na Europa, sendo responsáveis por 86% de todas as mortes. 
 
Carla Cruz, do PCP, mostra-se a favor da criação de um Estatuto do Doente Crónico, defende a alocação de mais recursos financeiros e humanos à Saúde e propõe a eliminação das taxas moderadores. 
 
Já a deputada do CDS, Teresa Caeiro, realça os bons indicadores de satisfação dos utentes relativamente ao Serviço Nacional de Saúde. Tal como a deputada do PSD, Carla Rodrigues, que considera que mais importante que o Estatuto do Doente Crónico é a criação de medidas concretas de apoio aos doentes. Ambas são igualmente prudentes quanto ao Estatuto do Cuidador Informal: o tema merece reflexão.
 
Para Álvaro Beleza, da Comissão Política do PS, a estratégia de futuro passa por: “apostar no que é público”, “gerir melhor o que é público”, melhorar a acessibilidade e promover a gestão integrada (hospitais, rede de cuidados primários e continuados), descentralizar e atribuir maior poder e responsabilidade aos utentes e às associações.
 
Da reunião ficaram claras algumas linhas de consenso no que toca à importância do doente, à necessidade de respostas eficazes para o reconhecimento do papel do cuidador, a uma maior aposta na prevenção da doença e ao envolvimento ativo e efetivo do cidadão e das associações na criação, na implementação e na monitorização das políticas de saúde.

Apoio financeiro para projectos das Associadas

Prazo para entrega das candidaturas termina já a 30 de Junho
 
A Direcção da Plataforma Saúde em Diálogo deu conhecimento às suas Associadas da abertura do período de candidaturas ao apoio financeiro da Plataforma aos projectos e iniciativas para os quais necessitem deste tipo de suporte, num montante total até 20.000,00€.
 
Relembramos as organizações interessadas que o período de candidaturas termina a 30 de Junho, período até ao qual deverão explicitar a natureza dos projectos que pretendem ver apoiados, bem como os montantes necessários sendo que competirá posteriormente à Direcção da Plataforma seleccionar de entre as várias candidaturas apresentadas aquelas que serão apoiadas.
 
 Consulte o regulamento aqui.

Plataforma Saúde em Diálogo esteve presente na Conferência sobre "Literacia em Saúde em Portugal"

Conferência Internacional: Literacia em Saúde em Portugal

Realizou-se em 23 de Abril, num dos auditórios da Fundação Calouste Gulbenkian uma conferência internacional sobre literacia em saúde em Portugal. Uma das promotoras do evento, a professora de saúde pública Isabel Loureiro dizia à TSF, antes do início dos trabalhos que uma elevadíssima percentagem dos doentes continua sem perceber os médicos devido ao uso de uma linguagem complexa que impede a compreensão das informações em saúde. Para esta profissional, os médicos terão de simplificar as mensagens. Nestas declarações também teceu críticas ao governo, considere que existe um desinvestimento na educação para a saúde e propõe programas de literacia em saúde nas escolas, desde a infância, está comprovado que tais programas ajudam a prevenir várias doenças crónicas.

 Como se previa, o aguardado inquérito sobre literacia em saúde, desenvolvido e aplicado por uma equipa do CIES-IUL com o apoio do Projeto Inovar em Saúde da Fundação Calouste Gulbenkian, foi um dos pratos fortes da conferência. Foram identificadas as cinco maiores dificuldades dos inquiridos: primeiro, a capacidade de acesso a informação em certos domínios (promoção de saúde no local de trabalho; doença mental; atividades benéficas para o bem-estar mental; tratamentos de doenças geradoras de preocupação; como tornar mais saudável a zona onde reside; as políticas que se articulam com a saúde); segundo, a dificuldade em participar em ações que visem melhorar a comunidade; terceiro, frequentar um ginásio; quarto, a capacidade de interpretar e avaliar informações sobre doenças, riscos de saúde e formas de proteção de doenças divulgadas pelos meios de comunicação, bem como vantagens e desvantagens perante várias opções de tratamento, vacinas ou o recurso a uma segunda opinião médica; quinto, a dificuldade em interpretar os folhetos informativos dos medicamentos.

Os responsáveis pelo inquérito construírem índices de literacia, procuraram caraterizar os inquiridos pela idade e escolaridade.

Os diferentes oradores pronunciaram-se sobre os trabalhos do observatório europeu de literacia em saúde e como tais atividades são encaradas na agenda de saúde europeia; é dado como provado que a literacia é uma ferramenta incontornável para reduzir as desigualdades em saúde. Outros especialistas pronunciaram-se sobre literacia na infância e na adolescência e como tal instrumento se revela da maior importância para a promoção da saúde mental em crianças em risco. Uma investigadora abordou as políticas e ações para melhorar a literacia em saúde na Europa, não deixando de observar que há países onde esta literacia está dar os primeiros passos, contudo, um conjunto de países tem já programas nacionais de literacia em saúde.

Nas conclusões, foi proposto intensificar as iniciativas, intercambiar as experiências, melhorar o diálogo entre as autoridades nacionais, a indústria de medicamentos e todos os demais fabricantes de equipamentos em saúde, profissionais e doentes, de modo que a literacia se venha a inserir naturalmente no território na promoção da saúde.   

Plataforma esteve presente na reunião do Conselho Consultivo do PNS

REUNIÃO DO CONSELHO CONSULTIVO E DE ACOMPANHAMENTO

DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE

No passado dia 10 de Abril realizou-se mais uma reunião do Conselho Consultivo e de Acompanhamento do Plano Nacional de Saúde.

Como membro deste Conselho, a Plataforma Saúde em Diálogo foi chamada a participar.

Os trabalhos foram conduzidos pelo Director Geral de Saúde, Dr. Francisco George. O Director executivo do Plano, Dr. Rui Portugal apresentou o modelo conceptual do Plano que se pretende estender a 2020, tendo ficado a apresentação do “Perfil da Saúde” em Portugal, a cargo do Dr. Paulo Nogueira.

Muitos participantes tiveram oportunidade de apresentar oralmente os seus contributos.

O modelo conceptual para o Plano Nacional de Saúde até 2020 apresentado corresponde ao que são as orientações internacionais e europeias bem como aos compromissos assumidos pelo Governo Português. Nesta medida, mereceu a concordância, em termos gerais, dos presentes, tendo sido bastante apreciada a sistematização e metodologia seguidas na proposta que, neste momento, ainda não é pública.

De salientar os seguintes aspectos: “empoderamento” dos cidadãos; participação activa da sociedade através dos seus diversos actores, incluindo as associações de doentes e promotoras de saúde; redução das iniquidades e especial atenção às pessoas mais vulneráveis; integração e continuidade dos cuidados; importância da rede informal de cuidados; integração das políticas de saúde nas outras políticas e práticas sociais e económicas

A Plataforma saudou a preocupação em se ter presente e promover a boa articulação com outras políticas e sectores de actividade – ambiente, agricultura, educação e economia – mas alertou para a importância de não esquecer o sector da Justiça e da Promoção dos Direitos das Pessoas em situação de vulnerabilidade e incapacidade, tanto mais que, o perfil da saúde em Portugal revela uma grande incidência das doenças do foro mental bem com das doenças não transmissíveis nas quais se incluem patologias que se caracterizam por situações de incapacidade para tomar decisões livres e esclarecidas.

Por fim, ficou o convite para reunião da OMS Europa sobre Governação em Saúde, a acontecer a 30 de Abril em local ainda por definir.

 

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Plano Nacional de Saúde - Revisão e Extensão a 2020

A proposta de extensão do Plano Nacional de Saúde 2012-2016 para 2020 apresentada pelo Director Geral de Saúde foi aprovada por despacho de 29.05.2015 do Senhor Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Dr. Leal da Costa.
Conforme resulta do prefácio do Plano que se anexa e que se encontra disponível no site da Direcção Geral de Saúde:
“O Plano Nacional de Saúde (PNS) 2012-2016 constitui um elemento basilar das políticas de saúde em Portugal, traçando o rumo estratégico para a intervenção no quadro do Sistema de Saúde. Dando cumprimento ao disposto nas Grandes Opções do Plano para 2015 (Proposta de Lei n.º 253/XII), bem como às recomendações do relatório da Organização do Mundial de Saúde-Euro (OMS-Euro) sobre a implementação do PNS, considera-se adequado desenvolver uma revisão da execução do Plano, estendendo-o a 2020. Esta revisão e extensão do PNS a 2020 está alinhada com os princípios e orientações da Estratégia 2020 da OMS para a Região Europeia (aprovada por todos os Estados em setembro de 2013), e tem em consideração as recomendações do relatório de avaliação da implementação do PNS 2012-2016 apresentado em outubro de 2014 pela OMS-Euro, bem como a mais recente evidência disponível, fornecida através Roteiros de Intervenção do PNS elaborados por peritos em diferentes temáticas da saúde (anexo).”
De salientar as principais metas até 2020:
A – Reduzir a mortalidade prematura (≤70 anos), para um valor inferior a 20%
B - Aumentar a esperança de vida saudável aos 65 anos de idade em 30%
C - Reduzir a prevalência do consumo de tabaco na população com ≥ 15 anos e eliminar a exposição ao fumo ambiental.
D - Controlar a incidência e a prevalência de excesso de peso e obesidade na população infantil e escolar, limitando o crescimento até 2020
A Plataforma Saúde em Diálogo, integrando o Conselho Consultivo do Plano Nacional de Saúde, nas reuniões em que participou, teve oportunidade de reforçar a importância de tópicos como a cidadania, a literacia em saúde, a equidade, a autonomia e a representação das pessoas em situação de incapacidade.

O meu irmão: um romance que é uma consolidada promessa

O meu irmão: um romance que é uma consolidada promessa

 

 

“O meu irmão”, por Afonso Reis Cabral, Prémio Leya 2014, Leya SA, 2015, é um belo romance e confirma o autor como alguém que promete ir longe. O resumo da contracapa enquadra bem o que vamos ler: “Com a morte dos pais, é preciso decidir com quem fica Miguel, o filho de 40 anos que nasceu com síndrome de Down. É então que o irmão – um professor universitário divorciado e misantropo – surpreende a família, chamando a si a grande responsabilidade. Numa casa de família, situada numa aldeia isolada do interior de Portugal, o leitor assistirá à rememoração da vida em comum destes dois irmãos, incluindo o estranho episódio que ameaçou de forma dramática o seu relacionamento. É um romance de grande maturidade literária que, tratando o tema sensível da deficiência, nunca cede ao sentimentalismo”.

Nunca saberemos o nome deste irmão, o narrador. Vão para o Tojal, e o Tojal é um dos maiores problemas dos portugueses, tão ou mais aflitivo que a dívida colossal que legaremos aos bisnetos, faz parte do país deserto, ninguém sabe nem ninguém prevê como todo esse interior um dia será repovoado. “O Tojal tem o tamanho de uma mão. É um daqueles lugares que Portugal deixou morrer, mas agora, com o descalabro, talvez as pessoas voltem à toca para lamber as feridas. O descontentamento sobe pelas paredes, rebenta com o botão, mas não sai do sítio. Implodimos mais do que explodimos. Quando isto acabar, quando a crise tiver outro nome, sobreviveremos cada um para o seu canto, cada um mais estropiado do que o outro. Depois, aos poucos, voltará tudo ao normal e certo dia, um belo dia em Lisboa, daqueles que Lisboa tem, como já ninguém se lembra do descalabro alguém arranjará como nos lixar outra vez”. Este Tojal parece ficar para os lados de Arouca mas faz parte do país abandonado. A prosa é íntima, tem vozes interiores, uma consciência fluída, e uma narrativa inquieta entre o presente e o passado. Há um romance dentro do romance, um Romeu e uma Julieta, Miguel e Luciana, há um morto-vivo, Quim, talvez a personificação da agonia desse interior, há uma relação extremamente difícil entre os dois irmãos, um dia o irmão do Miguel foi à APPACDM e informou que se impunha uma separação entre aqueles dos deficientes, a vida lá em casa tornara-se intolerável com as referências à Luciana. Esta aparece assim identificada: “Era enfezada em tudo menos no cabelo e tinha uns olhos muito definidos e azuis que, apesar dos óculos, fixavam com atenção, sempre à espera de agarrar em qualquer coisa”. Naquele colégio há figuras como o Caranguejo e o Masturbador, inesquecíveis. Afonso Reis Cabral observou e sentiu estas pessoas, seguramente, não é invenção o que nos diz sobre Miguel: “Os dedos devem ter as articulações elásticas, porque vergam para trás quase até ao punho na base do indicador, calos com a forma de dentes, pois desde os 10 anos que morde os dedos até adormecer”. Por vezes a narrativa é inundada pelo mundo interior do narrador, dilacerado por aquele mano tão imprevisível, tão obsessivo e por vezes tão terno. É uma relação em eterna construção, no fundo como todas as nossas, o narrador procura fazer-nos entender o sofrimento de Miguel: “Ele trata-me mal porque sofre” e discorre sobre os três tipos de sofrimento, o dos animais, a dor das crianças e o sofrimento dos deficientes, que se assemelha muito ao dos animais. E dá-nos uma síntese sobre o sofrimento do Miguel, preso na sua condição, sofrimento de criança porque é a alma que sofre. Mantém-se vivo ma aparência mas as saudades da Luciana já o mataram.

O Tojal acabará por ser um espaço de redenção, para trás ficará o entendimento do que foi viver em família com o Miguel, como a vida do narrador era tão melancólica a estudar verbetes, aquele irmão foi oxigénio e revivescência. Os dois irmãos estão entregues a si próprios, e como na vida todos nós, há sempre segredos inarráveis, Miguel não poderá saber como partiu Luciana da sua vida. Quando o autor escreve “Miguel, não sei o que dizer” e ele responde “Não digas nada” é porque chegou a hora do entendimento, vão regressar apaziguados.

Há que saudar esta pujante maturidade, sentir a palpitação de escritas que marcarão a renovação da nossa literatura como José Cardoso Pires ou António Lobo Antunes e pressentir que este jovem adulto tem compleição para vir a voar com as suas próprias asas. Ninguém ficará desapontado com esta toada lírica, este afeto fraternal. E também a literatura sobre os deficientes ganhou aqui um peso pesado. 

Despacho nº 4389/2015

Diário da República, 2ª série – N.º 84 – 30 de Abril de 2015

Ministério da Saúde

Gabinete do Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde

Despacho nº 4389/2015

 

Assunto: Lista de utentes nos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES). O despacho estabelece que os critérios e procedimentos de organização das listas dos utentes nos ACES; classifica-os segundo várias categorias, haverá utentes inscritos para além de utentes com médico de família atribuído; além disso, o despacho contempla o registo dos utentes, a atualização dos dados, os efeitos da classificação dos utentes, o Registo Nacional de Utentes. Pode ler-se que “o presente despacho vem determinar a prioridade na atribuição de médico de família às utentes grávidas a aguardar inclusão em listas de utentes com vista à proteção das grávidas e dos nascituros”.    

Ver aqui o pdf.