Associados
Associação Atlântica de Apoio ao Doente Machado-Joseph
Associação Coração Amarelo
Associação de Apoio aos Traumatizados Crânio-Encefálicos e suas Famílias - Novamente
Associação de Doentes com Lúpus
Associação de Mulheres Contra a Violência
Associação de Pais e Amigos de Portadores do Sindroma de Rubinstein-Taybi (APART)
Associação de Retinopatia de Portugal
Associação dos Consumidores da Região Açores
Associação Grupo de Apoio SOS Hepatites
Associação Mellitus Criança
Associação Nacional Contra a Fibromialgia e Síndroma da Fadiga Crónica (Myos)
Associação Nacional das Crianças e Jovens Transplantados ou com Doenças Hepáticas - Hepaturix
Associação Nacional das Farmácias
Associação Nacional de Enfermeiros Promotores do Envelhecimento Saudável - ANEPES
Associação Nacional dos Doentes com Artrites e Reumatismos na Infância - ANDAI
Associação para a Promoção da Segurança Infantil - APSI
Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino, Colite Ulcerosa e Doença de Crohn - APDI
Associação Portuguesa da Psoríase
Associação Portuguesa das Doenças do Lisosoma
Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama - APAMCM
Associação Portuguesa de Asmáticos
Associação Portuguesa de Doentes da Próstata
Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson – APDPk
Associação Portuguesa de Familiares e Amigos de Doentes de Alzheimer
Associação Portuguesa de Fertilidade
Associação Portuguesa de Hipercolesterolemia Familiar
Associação Portuguesa de Ostomizados (APO)
Associação Portuguesa de Sindrome de Asperger
Associação Portuguesa de Solidariedade Mãos Unidas Padre Damião
Associação Portuguesa dos Bariatricos (APOBARI)
Associação Portuguesa dos Enfermeiros de Reabilitação
Fundação do Gil
Fundação Portuguesa de Cardiologia
Fundação Portuguesa do Pulmão
Fundação Professor Fernando de Pádua
Fundação Realizar um Desejo
HOPE! Respostas Sociais
Instituto de Apoio à Criança
Instituto Nacional de Cardiologia Preventiva
Laço - Laço Associação de Solidariedade Social
Liga Portuguesa Contra a SIDA
Liga Portuguesa Contra as Doenças Reumáticas
RESPIRA – Associação Portuguesa de Pessoas com DPOC e outras Doenças Respiratórias Crónicas
Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla - SPEM
União Geral de Consumidores

Ajude sem gastar - Consignação do IRS

Plataforma recebida pelo vereador dos direitos sociais da Câmara Municipal de Lisboa

No passado dia 2 de Março, o vereador arquiteto João Afonso, com o pelouro dos direitos sociais da Câmara Municipal de Lisboa recebeu uma delegação na Plataforma. Feita a apresentação e o histórico da IPSS, informou-se o vereador de que a Plataforma há muito tem cooperação com a CML, foram cedidos espaços no tempo do presidente João Soares para as associações de Alzheimer e de Parkinson. O vereador João Afonso deu conta de que Lisboa pertence à Rede dos Municípios Saudáveis e que presentemente está em preparação um programa de participação cidadã na área da saúde e que a vereação irá ponderar a possibilidade de se estabelecer um protocolo a vigorar entre 2017 e 2018 no domínio da literacia em saúde, cabendo um papel relevante à Plataforma.

Da decisão da Câmara Municipal de Lisboa nos próximos tempos daremos conhecimentos às associações.

Festa do 10º aniversário da RESPIRA

Em 23 de Fevereiro passado, a RESPIRA – Associação Portuguesa de Pessoas com DPOC e Outras Doenças Respiratórias Crónicas festejou o seu décimo aniversário, pois constituiu-se em 9 de Fevereiro de 2007 como IPSS. A RESPIRA é a associação nacional que reúne as pessoas com DPOC, para ela convergindo profissionais de saúde, e tem como objetivo essencial a melhoria da qualidade de vida de todos os seus associados.

A Plataforma Saúde em Diálogo participou no evento. O seu presidente anunciou que no âmbito do 10º aniversário está em preparação um livro com as boas práticas da saúde respiratória. O grande objetivo atual da associação é fazer a convergência de todos aqueles que estão ativos nas doenças respiratórias. Seguiu-se uma terna homenagem à primeira presidente da RESPIRA, Maria Luísa Soares Branco, que teve uma estimulante participação na vida da Plataforma.

O tema dominante da festa foi uma intervenção sobre o caráter musical, deu-se ênfase à importância do canto e respiração, ao alerta para o papel da capacidade corporal na melhoria das práticas respiratórias, seguiram-se exemplos de exercício explicativos sobre a ativação da região abdominal e outros exercícios para reduzir os fatores agravantes.

A importância da música é que ela é um canal privilegiado para disciplinar a respiração. A transcendência da vida, para quem tenha DPOC ou não, começa e acaba na respiração. Festa muito participada, um convívio maravilhoso a que a RESPIRA já nos habituou.

Reunião do INFARMED com as associações de doentes

Em 27 de Dezembro, membros da direção da Plataforma compareceram a uma sessão informativa promovida pelo conselho diretivo do INFARMED e destinada a apresentar às associações de doentes alguns aspetos das suas atividades, dando-se a promessa de uma continuidade para estes encontros.

A primeira apresentação prendeu-se com o RNEC – Registo Nacional de Estudos Clínicos e nela se expôs a transparência e acesso à informação nos ensaios clínicos com medicamentos, o que se faz fundamentalmente em estudos com intervenção realizados em voluntários para investigar a segurança e/ou a eficácia dos medicamentos. Apresentou-se o quadro legislativo, a evolução na última década e o modo de trabalho do RNEC.  ver mais

http://www.infarmed.pt/web/infarmed/infarmed/-/journal_content/56/15786/1873522

Associação Mellitus Criança

Associação Portuguesa dos Enfermeiros de Reabilitação (APER)

Existe a necessidade de estarmos socialmente ativos com a Diabetes Mellitus Tipo 1, pois esta patologia exige, uma aprendizagem diária e um acompanhamento constante para que o seu tratamento seja o mais eficaz. É uma doença crónica que não escolhe idades nem classes sociais. É no momento em que os sintomas aparecem, que temos a noção do que implica ter Diabetes e que será uma batalha para toda a vida.

O nosso objetivo, passa pela sensibilização de Professores, Educadores e Sociedade em geral para a Diabetes Mellitus Tipo1. Perceber os procedimentos e formas de agir, obter mais informação acerca da doença, refletir sobre a doença numa dinâmica grupal, permitindo esclarecimentos através da partilha de experiencias, como também a sensibilização e consciencialização das pessoas para esta temática. Sentimos a urgente necessidade de proteger as nossas crianças de mal entendidos e de ideias pré-concebidas, que inevitavelmente surgem no âmbito da Sociedade, e muitas vezes em contextos pedagógicos e escolares.

 


Sede: Rua 19, 13, Baia de Tejo Pq. Empr. do Barreiro – 2831-904 Barreiro

Tel: 21 206 4920 |  Site: www.mellituscrianca.pt | Email: geral@mellituscrianca.pt | Facebook:Associação Mellitus Criança

 

Showing 6 - 10 of 49 results.
of 10
Newsletter
Subscreva a nossa newsletter aqui!
This field is mandatory.
This field is mandatory.

Decreto-Lei nº 73/2017, Diário da República, 1ª série – N.º 108, 21 de Junho

Saúde
Introduzem-se alterações que visam, designadamente, clarificar o regime de extinção das Unidades de Saúde Familiar (USF), sempre que esteja em causa o incumprimento sucessivo e reiterado da carta de compromisso, o que constitui uma importante inovação, na medida em que vem permitir às entidades competentes um controlo mais claro e eficaz do processo, com a relevante impacto na qualidade dos serviços prestados; assim, no conjunto das alterações, afirma-se que a carteira básica de serviços, é afixada por portaria do membro do Governo responsável pela área da saúde; que os médicos que constituem a USF têm de deter, pelo menos, o grau de especialista e a categoria de assistente da área de medicina geral e familiar da carreira especial médica e que os enfermeiros que constituem a USF têm de deter o título de especialista em enfermagem de saúde familiar; republica-se o Decreto-Lei n.º 298/2007 de 22 de Agosto com todas as alterações dadas ao plano de ação das USF, sua constituição, dimensão e organização, a estrutura orgânica da USF e os procedimentos da sua extinção.
 
 
      

Portaria n.º 153/2017, Diário da República, 1ª série – N.º 86 – 4 de Maio

No âmbito da regulação do SIGA SNS, pretende-se criar condições para uma gestão ativa, integrada e atempada do percurso dos utentes na procura de cuidados de saúde, a presente legislação vem agora redefinir os tempos máximos de resposta garantidos (TMRG) de modo a melhorar o acesso atempado aos cuidados de saúde e alargar a sua aplicação às prestações de cuidados de saúde programados; os TMRG para prestações de saúde sem caráter de urgência são os que constam do anexo primeiro, podendo o membro do governo responsável pela área da saúde definir TMRG por patologia; é aprovada e publicada a Carta dos Direitos de Aceso aos Cuidados de Saúde pelos Utentes do SNS, que consta de anexo a esta legislação; os estabelecimentos prestadores de cuidados de saúde do SNS, entre outros, são obrigados a disponibilizar em locais de fácil acesso e consulta pelo utente, bem como nos sítios na internet das instituições e no Portal do SNS a informação atualizada relativa aos TMRG por patologia ou grupos de patologias, dando outras informações relevantes ao utente. ver pdf

Portaria n.º 147/2017 - Diário da República, 1ª série – N.º 82 – 27 de Abril

A regulamentação do SIGA SNS (Sistema Integrado de Gestão de Acesso), ferramenta que permite recolher informação de gestão, obtida a partir de dados anonimizados, permitindo uma cisão holística do percurso dos utentes do SNS e a determinação de tempos de resposta globais e transversais às instituições do SNS envolvidas no processo de prestação de cuidados de saúde; estabelece-se a moldura que configura a rede de prestação de cuidados de saúde no SNS organizada por Cuidados de Saúde Primários, Cuidados de Saúde Hospitalares, Cuidados Continuados e Integrados e Cuidados de Urgência; definem-se os objetivos do SIGA SNS e as suas componentes, bem como os princípios gerais e os princípios específicos; detalham-se as regras de funcionamento do SIGA CSP (Cuidados de Saúde Primários), SIGA 1ª Consulta Hospitalar, SIGA Cuidados de Saúde Hospitalares, SIGA MCDT (Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica), SIGA RNCCI (Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados) e SIGA Urgência; estabelecem-se direitos e deveres do utente e dá-se enquadramento ao sistema informático do SIGA SNS e seu modelo de governação, entre outros aspetos basilares. A regulamentação do SIGA SNS (Sistema Integrado de Gestão de Acesso), ferramenta que permite recolher informação de gestão, obtida a partir de dados anonimizados, permitindo uma cisão holística do percurso dos utentes do SNS e a determinação de tempos de resposta globais e transversais às instituições do SNS envolvidas no processo de prestação de cuidados de saúde; estabelece-se a moldura que configura a rede de prestação de cuidados de saúde no SNS organizada por Cuidados de Saúde Primários, Cuidados de Saúde Hospitalares, Cuidados Continuados e Integrados e Cuidados de Urgência; definem-se os objetivos do SIGA SNS e as suas componentes, bem como os princípios gerais e os princípios específicos; detalham-se as regras de funcionamento do SIGA CSP (Cuidados de Saúde Primários), SIGA 1ª Consulta Hospitalar, SIGA Cuidados de Saúde Hospitalares, SIGA MCDT (Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica), SIGA RNCCI (Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados) e SIGA Urgência; estabelecem-se direitos e deveres do utente e dá-se enquadramento ao sistema informático do SIGA SNS e seu modelo de governação, entre outros aspetos basilares.  ver pdf