Associados
Associação Atlântica de Apoio ao Doente Machado-Joseph
Associação Coração Amarelo
Associação de Apoio aos Traumatizados Crânio-Encefálicos e suas Famílias - Novamente
Associação de Doentes com Lúpus
Associação de Mulheres Contra a Violência
Associação de Pais e Amigos de Portadores do Sindroma de Rubinstein-Taybi (APART)
Associação de Retinopatia de Portugal
Associação dos Consumidores da Região Açores
Associação Grupo de Apoio SOS Hepatites
Associação Mellitus Criança
Associação Nacional Contra a Fibromialgia e Síndroma da Fadiga Crónica (Myos)
Associação Nacional das Crianças e Jovens Transplantados ou com Doenças Hepáticas - Hepaturix
Associação Nacional das Farmácias
Associação Nacional de Enfermeiros Promotores do Envelhecimento Saudável - ANEPES
Associação Nacional dos Doentes com Artrites e Reumatismos na Infância - ANDAI
Associação para a Promoção da Segurança Infantil - APSI
Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino, Colite Ulcerosa e Doença de Crohn - APDI
Associação Portuguesa da Psoríase
Associação Portuguesa das Doenças do Lisosoma
Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama - APAMCM
Associação Portuguesa de Asmáticos
Associação Portuguesa de Doentes da Próstata
Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson – APDPk
Associação Portuguesa de Familiares e Amigos de Doentes de Alzheimer
Associação Portuguesa de Fertilidade
Associação Portuguesa de Hipercolesterolemia Familiar
Associação Portuguesa de Ostomizados (APO)
Associação Portuguesa de Sindrome de Asperger
Associação Portuguesa de Solidariedade Mãos Unidas Padre Damião
Associação Portuguesa dos Bariatricos (APOBARI)
Associação Portuguesa dos Enfermeiros de Reabilitação
Fundação do Gil
Fundação Portuguesa de Cardiologia
Fundação Portuguesa do Pulmão
Fundação Professor Fernando de Pádua
Fundação Realizar um Desejo
HOPE! Respostas Sociais
Instituto de Apoio à Criança
Instituto Nacional de Cardiologia Preventiva
Laço - Laço Associação de Solidariedade Social
Liga Portuguesa Contra a SIDA
Liga Portuguesa Contra as Doenças Reumáticas
RESPIRA – Associação Portuguesa de Pessoas com DPOC e outras Doenças Respiratórias Crónicas
Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla - SPEM
União Geral de Consumidores

Guia Digital de Segurança - Produtos para Crianças

UM GUIA DA APSI PARA AJUDAR A EVITAR ACIDENTES COM CRIANÇAS

A APSI - Associação para a Promoção da Segurança Infantil, membro da Plataforma, acaba de lançar um guia de segurança onde se pretende ajudar as famílias a escolher e a comprar produtos de puericultura, para evitar acidentes e lesões. Neste guia, todos os interessados irão encontrar informações úteis sobre: carrinho de passeio, marsúpio e sling; cama de grades, de crianças ou beliches; e cadeiras para automóvel destinadas a várias idades. Cada artigo começa por ter uma descrição inicial acompanhada por uma check-list para compra. O guia inclui uma listagem exaustiva de recomendações para utilização bem como as normas de segurança aplicadas. 

http://www.apsi.org.pt/guiaprodutoscriancas/

Conferência realizada em 19 de Junho pelo professor Joaquim Ferreira: “Qual o papel dos doentes no seu próprio tratamento”

 

Professor de Medicina e diretor de uma instituição reputadíssima, o Campus Neurológico Sénior, em Torres Vedras, o professor é um comunicador exímio, convidado a dirigir-se a um auditório transversal, constituído por todos os associados, abordou o papel dos doentes no seu próprio tratamento. O PowerPoint que gentilmente nos ofereceu, e que pomos à disposição de todos, fala por si. 

Iniciou a sua exposição falando do fim do paternalismo médico e da alvorada de uma nova mentalidade na prevenção da doença e na comunicação entre o doente e os profissionais de saúde, uma lógica em que assenta o novo modelo de cuidados de saúde. Hoje o médico não se pode cingir ao diagnóstico direto, tem de “ver” novos sintomas e contar com a atividade multidisciplinar na saúde e até com o novo papel das intervenções terapêuticas não médicas, esta atuação irá projetar-se no desempenho das unidades de saúde, a todos os níveis.

Antes da abordagem direta ao papel dos doentes continuou a referir-se às mudanças no paradigma na saúde e aos novos critérios na ética médica, por exemplo proporcionar treino e formação e a aprender a intervir com os outros profissionais de saúde, registou que as diferentes classes profissionais ainda continuam, em muitos casos, de costas voltadas.

Quanto ao papel dos doentes, eles devem ser encarados como parceiros, vistos num ambiente vasto onde cabem as instituições de saúde, os cuidadores, as associações representativas dos doentes e a comunidade em geral. Isto significa um novo quadro de desafios para o doente e a sua associação: a procura de treino e formação, de aumentar a influência através de participação no esclarecimento dos quadros da doença e na adesão terapêutica. 

O orador revelou os seus elevados dotes de comunicação quando abordou questões práticas quanto à partilha de informação que é devida ao doente na consulta, ele deve vir munido de todos os elementos e ter um quadro de referência quantos aos dados que devem ser transmitidos ao médico. Este é um exemplo de como as associações de doentes devem procurar capacitar os seus associados tanto para a primeira consulta como as seguintes, quais as perguntas a efetuar ao médico bem como os dados a comunicar nas consultas de seguimento.

Foi uma conferência que permitiu uma ampla e vivíssima troca de opiniões e pedidos de esclarecimento. Foi muito agradável ouvir o palestrante dizer-se encantado com a assembleia e pronto para novas colaborações com a Plataforma Saúde em Diálogo.

Consulte a apresentação aqui

I JORNADAS DIÁLOGOS EM SAÚDE

PROMOVER A SAÚDE DO DOENTE CRÓNICO
UNIVERSIDADE DO ALGARVE, 29.04.2017

 
Estas Jornadas foram iniciativa de duas associadas da Plataforma Saúde em Diálogo – a Liga Portuguesa Contra as Doenças Reumáticas e a Associação de Doentes de Lúpus.
A Plataforma, através do seu Espaço Saúde em Diálogo, em Faro, personificado na sua responsável e Psicóloga Alda Martins, participou na organização. A Direcção esteve representada pela sua Presidente na sessão de abertura e durante o decorrer dos trabalhos. Ler mais
 

Relatório de Portugal sobre os sistemas e políticas de saúde,

No passado dia 27 de Abril, na Aula Magna do Instituto de Medicina Tropical, teve lugar a apresentação do Relatório de Portugal sobre os sistemas e políticas de saúde, trabalho desenvolvido no âmbito do “Health Systems in Transition (HiT)”. Ler mais aqui

Relatório Hit Portugal 2017

Dia Mundial da Doença de Parkinson

 Ação de sensibilização, em 11 de Abril, ISEG, Lisboa

A Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson comemorou o dia mundial da doença com uma ação de sensibilização em que a comunicação principal coube ao professor doutor Joaquim Ferreira, titulada “Qual o papel dos doentes no seu próprio tratamento?”.
A Direção da Plataforma fez-se representar no importante evento e congratula-se com a altíssima qualidade da comunicação apresentada pelo orador principal. Com efeito, o profissional de saúde começou por destacar a importância do papel dos doentes sem deixar de realçar outros desempenhos como o das unidades de saúde, que disponibilizam os cuidados com melhor suporte científico e facultam acesso a todas as intervenções benéficas de forma integrada e multidisciplinar; como também realçou o papel dos médicos a prestar cuidados adequados, a acompanhar, a treinar e a formar; dentro da constelação de contributos também lembrou a terapia da fala, o desenvolvimento de novos medicamentos, citando-os concretamente.  ver mais
 
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Despacho nº 6430/2017, Diário da República, 2ª série – N.º 142 – 25 de Julho de 2017

Gabinete do Secretário de Estado da Saúde 

Pretende-se que as unidades prestadoras de cuidados de saúde promovam o aumento da cultura de segurança do seu ambiente interno e que encontrem, nos cidadãos e nas suas famílias, os parceiros certos para que a mudança cultural e interna se intensifique. Neste sentido, é implementado durante um período experimental de dois anos o projeto-piloto "Literacia para a segurança dos cuidados de saúde", que tem como objetivos: aumentar a participação dos doentes, dos seus familiares e/ou cuidadores na melhoria da qualidade e segurança da prestação de cuidados de saúde; aumentar a literacia dos doentes na área da segurança da prestação de cuidados de saúde; melhorar a cultura de segurança dos ambientes internos dos serviços prestadores de cuidados de saúde. O despacho enuncia as unidades de saúde envolvidas e o papel que é reservado às Ligas de Amigos e às Associações de Doentes. A coordenação do projeto-piloto e avaliação deverão ser realizadas pela Direção-Geral de Saúde. Ver pdf

    

  

 

 

Despacho nº 6429/2017, Diário da República, 2ª série – N.º 142 – 25 de Julho de 2017

Ministério da Saúde

Os programas de “Educação para a saúde, literacia e autocuidados” de “Prevenção e gestão da doença crónica” são integrados num único programa que passa a ser designado por programa de “Literacia em saúde e integração de cuidados”; este programa constitui uma das principais referências técnicas para a realização de um novo patamar da qualificação do SNS, designado por SNS+ Proximidade, que já tem um projeto-piloto na região Norte. A coordenação política do SNS+ pertencerá ao ministro da Saúde e a sua coordenação estratégica e técnica será da responsabilidade do Núcleo de Apoio Estratégico do Ministério da Saúde (NAE). ver pdf

Decreto-Lei nº 73/2017, Diário da República, 1ª série – N.º 108, 21 de Junho

Saúde
Introduzem-se alterações que visam, designadamente, clarificar o regime de extinção das Unidades de Saúde Familiar (USF), sempre que esteja em causa o incumprimento sucessivo e reiterado da carta de compromisso, o que constitui uma importante inovação, na medida em que vem permitir às entidades competentes um controlo mais claro e eficaz do processo, com a relevante impacto na qualidade dos serviços prestados; assim, no conjunto das alterações, afirma-se que a carteira básica de serviços, é afixada por portaria do membro do Governo responsável pela área da saúde; que os médicos que constituem a USF têm de deter, pelo menos, o grau de especialista e a categoria de assistente da área de medicina geral e familiar da carreira especial médica e que os enfermeiros que constituem a USF têm de deter o título de especialista em enfermagem de saúde familiar; republica-se o Decreto-Lei n.º 298/2007 de 22 de Agosto com todas as alterações dadas ao plano de ação das USF, sua constituição, dimensão e organização, a estrutura orgânica da USF e os procedimentos da sua extinção.
 
 
      

Portaria n.º 153/2017, Diário da República, 1ª série – N.º 86 – 4 de Maio

No âmbito da regulação do SIGA SNS, pretende-se criar condições para uma gestão ativa, integrada e atempada do percurso dos utentes na procura de cuidados de saúde, a presente legislação vem agora redefinir os tempos máximos de resposta garantidos (TMRG) de modo a melhorar o acesso atempado aos cuidados de saúde e alargar a sua aplicação às prestações de cuidados de saúde programados; os TMRG para prestações de saúde sem caráter de urgência são os que constam do anexo primeiro, podendo o membro do governo responsável pela área da saúde definir TMRG por patologia; é aprovada e publicada a Carta dos Direitos de Aceso aos Cuidados de Saúde pelos Utentes do SNS, que consta de anexo a esta legislação; os estabelecimentos prestadores de cuidados de saúde do SNS, entre outros, são obrigados a disponibilizar em locais de fácil acesso e consulta pelo utente, bem como nos sítios na internet das instituições e no Portal do SNS a informação atualizada relativa aos TMRG por patologia ou grupos de patologias, dando outras informações relevantes ao utente. ver pdf

Portaria n.º 147/2017 - Diário da República, 1ª série – N.º 82 – 27 de Abril

A regulamentação do SIGA SNS (Sistema Integrado de Gestão de Acesso), ferramenta que permite recolher informação de gestão, obtida a partir de dados anonimizados, permitindo uma cisão holística do percurso dos utentes do SNS e a determinação de tempos de resposta globais e transversais às instituições do SNS envolvidas no processo de prestação de cuidados de saúde; estabelece-se a moldura que configura a rede de prestação de cuidados de saúde no SNS organizada por Cuidados de Saúde Primários, Cuidados de Saúde Hospitalares, Cuidados Continuados e Integrados e Cuidados de Urgência; definem-se os objetivos do SIGA SNS e as suas componentes, bem como os princípios gerais e os princípios específicos; detalham-se as regras de funcionamento do SIGA CSP (Cuidados de Saúde Primários), SIGA 1ª Consulta Hospitalar, SIGA Cuidados de Saúde Hospitalares, SIGA MCDT (Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica), SIGA RNCCI (Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados) e SIGA Urgência; estabelecem-se direitos e deveres do utente e dá-se enquadramento ao sistema informático do SIGA SNS e seu modelo de governação, entre outros aspetos basilares. A regulamentação do SIGA SNS (Sistema Integrado de Gestão de Acesso), ferramenta que permite recolher informação de gestão, obtida a partir de dados anonimizados, permitindo uma cisão holística do percurso dos utentes do SNS e a determinação de tempos de resposta globais e transversais às instituições do SNS envolvidas no processo de prestação de cuidados de saúde; estabelece-se a moldura que configura a rede de prestação de cuidados de saúde no SNS organizada por Cuidados de Saúde Primários, Cuidados de Saúde Hospitalares, Cuidados Continuados e Integrados e Cuidados de Urgência; definem-se os objetivos do SIGA SNS e as suas componentes, bem como os princípios gerais e os princípios específicos; detalham-se as regras de funcionamento do SIGA CSP (Cuidados de Saúde Primários), SIGA 1ª Consulta Hospitalar, SIGA Cuidados de Saúde Hospitalares, SIGA MCDT (Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica), SIGA RNCCI (Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados) e SIGA Urgência; estabelecem-se direitos e deveres do utente e dá-se enquadramento ao sistema informático do SIGA SNS e seu modelo de governação, entre outros aspetos basilares.  ver pdf